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Política

Presidente do MpD diz que sondagens e avaliação política vão ditar candidatos às autárquicas

O presidente do Movimento para a Democracia (MpD, poder) considerou, no Mindelo, que o seu partido tem o modelo de escolha de candidatos às autárquicas de 2020 definido, servindo-se de instrumentos como sondagem e avaliação política dos candidatos.
Em declarações à Inforpress e à TCV, no Mindelo, à margem de um encontro do “sistema MpD-São Vicente”, com a participação dos órgãos do governo local, zonas partidária, deputados nacionais eleitos por São Vicente, coordenadores dos núcleos, Comissão Política Concelhia, Assembleia Municipal, JpD e Mulheres Democratas, Ulisses Correia e Silva desvalorizou o posicionamento individual de alguns dos actuais presidentes de câmara face a eventuais candidaturas às autárquicas de 2010.
“O partido tem o seu próprio modelo de escolha, aprovado na Direcção Nacional, com critérios, requisitos e como é que se vai processar, daí que os posicionamentos individuais contam pouco”, sintetizou o líder do MpD, lembrando que a decisão vai sair em função da aplicação do regulamento e da avaliação política que o partido fará, utilizando àqueles instrumentos.
“Será feito com toda a tranquilidade, porque temos tempo suficiente para fazermos boas escolhas”, ajuntou.
“Em princípio”, continuou a mesma fonte, o MpD apoiará os actuais presidentes de câmaras, “desde que sejam vencedores das devidas sondagens” que o partido vai mandar fazer para apurar o seu nível de aceitação ou de rejeição.
“Em função da avaliação que for feita nas sondagens e da avaliação política, saberemos se optamos ou não por apoiar”, concretizou.
Ulisses Correia e Silva, lembrou, por outro lado, que, em relação às câmaras lideradas por independentes, o MpD deverá fazer a avaliação para saber como o partido deve posicionar-se.
“E temos ainda duas câmaras em que somos oposição ao PAICV e onde vamos seguramente apresentar candidatos próprios”, acrescentou.
No entanto, sublinhou que “o foco” neste momento é a governação, ou seja, “fazer uma boa governação” porque, prosseguiu, os resultados da governação depois criam “mais confiança” nas pessoas, e “só posteriormente devemos pensar nas eleições”.
O encontro do “sistema MpD-São Vicente” objectivou, segundo Correia e Silva, “a coesão e o alinhamento” rumo à “sintonia” do partido relativamente ao suporte à governação, quer o governo central, quer o governo local, e preparar o MpD-São Vicente para embates eleitorais futuros, particularmente no próximo ano (eleições autárquicas).
Questionado sobre o “estado de saúde” do partido em São Vicente, respondeu: “O partido está de boa saúde, e, ao contrário de alguma percepção que se tenta construir, continuamos fortes, e é isso que as sondagens demonstram, que temos uma vantagem significativa relativamente ao nosso adversário mais directo, mas mais do que a sondagem é a dinâmica que queremos construir”.
O programa de visita do presidente do MpD a São Vicente contempla ainda, para domingo, 05, a inauguração do prolongamento da sede do partido no bairro do  Monte Sossego.
Inforpress

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