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Cannabis recreativa passa a ser legal no Canadá a partir desta quarta-feira

A partir desta quarta-feira, 17, a Cannabis para fins recreativos passa a ser legal no Canada.

Este país passa a ser o segundo no mundo a legalizar esta erva para fins recreativos, tal como o Uruguai que foi o primeiro.

Conforme avança o site brasileiro Estadão, esta legalização abre um dos maiores mercados da América do Norte para uma indústria que pode render até  4 bilhões de dólares, só em 2019, e deixa em alerta produtores americanos que temem perder espaço para os canadenses.

Mas, o Canada vai começar com cautela. Para já, esse país limitará as vendas de cannabis à tradicional forma de flor e seus botões secos, e a um óleo, que as empresas planejam vender em cápsulas de gel.

“Projetamos que produtos derivados vão superar as flores em todos os mercados do mundo”, disse Michael Gorenstein, CEO da Cronos Group, uma produtora canadense licenciada com sede em Toronto que tem operações na Europa. Com o tempo, os vaporizadores provavelmente se tornarão a maior categoria, seguidos por produtos comestíveis, tópicos e bebidas.

A cannabis ainda é proibida pela lei federal dos EUA, mas nove estados legalizaram seu uso recreativo, enquanto outros suavizaram sua proibição. Nos estados americanos que legalizaram essa erva, as flores representam 50% do mercado, mas estão em declínio.

A consultoria Deloitte projetou em um relatório que, no Canadá, seis de cada 10 prováveis consumidores de cannabis optarão por produtos comestíveis após a legalização.

O Canadá pode chegar a registrar 4,5 bilhões de dólares canadenses (US$ 3,5 bilhões) em vendas de flores em 2019 mas a receita da cannabis poderia aumentar mais 30% se o governo federal aprovar produtos comestíveis e vaporizadores. O Canadá deve autorizar os produtos comestíveis por volta do quarto trimestre de 2019.

Em Cabo Verde, ao contrário de muitos países que já despenalizaram, por exemplo, a cannabis medicinal, esta erva ainda é vista como um estupefaciente pelas autoridades. Daí que a sua produção e comercialização seja considerado crime.

C/Estadão

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