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Sociedade

Armador do navio Roterdão sempre esteve empenhando nas buscas – advogado

O armador do navio Roterdão, desaparecido desde 08 de Setembro de 2013, sempre esteve empenhando na busca da embarcação e dos tripulantes desde a primeira hora, avançou esta quinta-feira na Praia, o seu advogado, José António Tavares.
A informação foi avançada por este responsável, após o seu cliente Isaac Rodrigues Mascarenhas, armador do navio, ser ouvido em audição pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que está a investigar o acidente do navio Vicente e o desaparecimento do Roterdão.
No final da audição que decorreu à porta fechada, o armador do navio Roterdão disse que não se sentia bem para falar à imprensa, já que estava “emocionado”.
Na ocasião, o advogado de Isaac Rodrigues Mascarenhas avançou que durante audiência o seu cliente foi questionado sobre a saída do navio do Porto da Praia, o último contacto que teve com a tripulação, e o serviço de buscas por parte das autoridades marítimas e portuárias.
“Em relação a actuação dos serviços de buscas das entidades marítimas e portuárias, para o meu cliente é uma questão relativa, já que a intervenção não o satisfez, e, até este momento, não teve nenhuma informação sobre a embarcação, a situação dos tripulantes se estão vivos ou no fundo do mar de Cabo Verde”, referiu, sublinhando que a última vez que falou com a tripulação foi momento antes da saída do porto da Praia.
José António Tavares acrescentou que logo que o armador soube do desaparecimento da embarcação, mostrou-se empenhando na busca da mesma e dos seis tripulantes que estavam a bordo, mas que, “infelizmente, até agora não tem nenhuma informação”.
O navio Roterdão desapareceu a 08 de Setembro de 2013, pouco depois de sair do porto da Praia, rumo ao Porto de Sal-Rei, na ilha da Boa Vista, onde está prevista chegar no dia seguinte por volta do meio-dia.
As buscas pelo navio, que chegaram a incluir um avião P3-Orion da Força Aérea Portuguesa, acabaram por ser suspensas 19 dias depois do desaparecimento da embarcação, onde nenhum dos tripulantes ou qualquer destroço do navio foi, até hoje, encontrado.
Fonte: Inforpress

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