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Sociedade

1º de Maio: Sindicatos levam trabalhadores à rua

As duas centrais sindicais – União Nacional dos Trabalhadores Cabo-verdianos Central Sindical (UNTC-CS) e a Confederação Cabo-verdiana dos Sindicatos Livres (CCSL) – contam levar às ruas, nesta sexta-feira, 1 de maio, Dia dos Trabalhadores, milhares de cabo-verdianos para, desta forma, mostrarem o seu descontentamento em relação a um conjunto de situações e problemas que afetam o mundo sociolaboral.
Júlio Ascensão Silva, secretário-geral da UNTC-CS, alega que a «agenda sindical» continua em vigor, hoje mais que nunca, assim como a luta contra os problemas que afetam os trabalhadores: o desemprego jovem, a reposição do poder de compra (aumento salarial), os planos de cargos carreiras e salários (PCCS) dos quadros especiais da Administração Pública, o cumprimento do salário mínimo nacional e do salário mínimo da Função Pública, a devolução, com juros, do imposto único sobre o rendimento (IUR), a alteração do novo Código de Imposto (CIRPS), a igualdade, justiça social, etc.
A UNTC-CS apela a todos os trabalhadores da administração pública, do sector privado ao informal, aos jovens, sobretudo os desempregados e aos reformados e pensionistas a participarem na marcha desta sexta-feira.
Na mesma senda se posiciona a CCSL. O seu presidente, José Manuel Vaz, diz que se a situação laboral não for melhorada, as duas centrais devem partir para uma greve geral, como forma de dizer basta à política em curso por parte do Governo, daí o repto lançado à UNTC-CS.

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