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Fogo

Michel Montrond defende que donativos devem ser encaminhados para a Cruz Vermelha

O músico e compositor foguense, Michel Montrond, defende que todos os donativos e ajudas que têm sido arrecadados em prol da população de Chã das Caldeiras, deveriam ser canalizados para a Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV), para um maior controlo.
“Temos que prestar muita atenção. Esses bens que estão a ser angariados deveriam ser enviados para a Cruz Vermelha para melhor controlo, porque sabemos que há muitas pessoas que podem aproveitar-se da situação”, avisou o artista que esteve este domingo no Gamboa para o espectáculo “Djuntu pa Djar Fogo”.
Michel Montrond que está na ilha do Fogo desde que se deu a erupção, a ajudar na evacuação, mostra-se muito desolado com tudo o que está a acontecer em Chã das Caldeiras e com a população. Avançou ainda que há muita coisa ainda a ser feita, principalmente no pós erupção, visto que as pessoas estão frustradas.
“As pessoas de Chã das Caldeiras não precisam de esmolas, mas sim de algo para recomeçar. As pessoas devem trabalhar muito, há muita frustração para todos”, avisa.
Desde que se iniciou a erupção, a 23 d Novembro, pessoas, instituições e governos juntaram-se para ajudar a população de Chã das Caldeiras.
A Cruz Vermelha tem sido um dos focos principais para levar ajuda às pessoas. Segundo o presidente da CVCV, Mário Moreira, as ajudas começaram a chegar à ilha desde quarta-feira, 26, mas que a equipa da Cruz Vermelha está no terreno desde o dia da erupção.
Para a instituição já chegaram muitas toneladas de alimentos provenientes da Boa Vista, São Vicente, Câmara do Comércio do Sotavento, Câmara do Turismo, e ainda de iniciativas privadas. “Não sei precisar nesse momento quantas toneladas de donativos já chegaram à Cruz Vermelha, mas e uma boa quantidade”, afirma Mário Moreira. CG

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