As cinzas da estudante Ailine da Cruz, de 26 anos, encontrada sem vida na semana passada na residência onde morava em Cochabamba, Bolívia, são depositadas esta sexta-feira, à tarde, no cemitério de São Vicente. O corpo da estudante foi cremado naquele país sul-americano depois de autorização da mãe Vina e as cinzas chegaram esta quinta-feira à noite após um longo trajecto.
Ailine, Lilika para os conhecidos e amigos, foi encontrada sem vida na casa onde morava, na manhã desta terça-feira, 25 de Novembro, em Cochabamba, pelo senhorio e pela responsável da loja de perfumes onde trabalhava. Teria morrido no domingo, 23. A perícia médica indica que a causa da morte é a inalação de uma substância química desconhecida, mas não há informações claras se foi proposital ou não.
A família e os amigos não acreditam na tese de suicídio porque Ailine nunca deu sinais de que estaria a passar por nenhum mau momento. Considerada uma jovem decidida e com personalidade, Lilika tinha uma ligação muito forte com a mãe Vina, para quem telefonava com muita regularidade e a quem nunca deu conta de nenhuma coisa que a perturbasse.
Hoje à tarde os familiares e amigos vão reunir-se na zona de Ribeira de Craquinha, bairro onde mora a avó, para fazerem uma homenagem à menina que tanto amavam. Depois depositam as cinzas de Lilika no cemitério de São Vicente.
