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II edição do Prémio Nacional da Qualidade lançado na FIC

No ano passado, duas empresas cabo-verdianas foram premiadas a nível da CEDEAO e no próximo ano a expectativa é que Cabo Verde consiga conquistar o prémio diamante da CEDEAO.

O Instituto de Gestão da Qualidade e da Propriedade Intelectual (IGQPI) lançou hoje a II edição do Prémio Nacional da Qualidade, aproveitando a Feira Internacional de Cabo Verde para desafiar as empresas a concorreram ao concurso em 2019.

O presidente do IGQPI, Abraão Lopes, afirmou que a Feira Internacional de Cabo Verde (FIC) é o “palco ideal” para lançar o desafio, já que, segundo explicou,trata-se de um dos principais eventos no sector empresarial e onde participa o principal público-alvo do Prémio Nacional da Qualidade são os empresários.igq

“Na verdade, o que vamos fazer hoje é lançar o desafio aos empresários cabo-verdianos, às empresas que têm espaço em Cabo Verde, às instituições públicas e privadas, no sentido de se prepararem para a segunda edição do Prémio Nacional da Qualidade, que será realizada em 2019,” afirmou Abraão Lopes

Esta, segundo o presidente do IGQPI, é uma estratégia para a preparar as empresas, com antecedência, para estarem devidamente capacitadas para concorrerem à segunda edição do prémio, tendo em conta que o concurso é feito de dois em dois anos, e, portanto, agora só acontece em 2019.

Com isso, o IGQPI estima abrir o concurso a partir de Fevereiro do próximo, para que entre Julho e Agosto, possam ter os candidatos de Cabo Verde que irão participar no prémio regional da CEDEAO.

“É evidente que o Prémio Nacional da Qualidade é um evento extremamente importante, que tem impacto muito positivo nas próprias empresas a nível nacional, mas o mais importante é o impacto a nível internacional, principalmente aquelas que querem internacionalizar-se, ganhar novos mercados, querem vender mais e querem competir no mercado internacional”, defendeu.

O prémio, ajuntou, é baseado em categorias de bronze, prata, ouro e diamante e abrange vários tipos de instituições, das quais destacam-se micro, pequenas, médias e grandes empresas. Essa distinção é baseada nas normas internacionais da gestão da qualidade ISO 9001 ou na norma internacional ISO 9004.

Para receber bronze, acrescentou, é suficiente apenas o engajamento da gestão da empresa ou da instituição em enveredar-se pela vida da qualidade. Para a prata, é preciso o engajamento firme e uma compreensão, mesmo que seja superficial da norma, já é bastante para se candidatar.

Quanto ao prémio ouro, avançou ainda Abraão Lopes, a empresa terá que mostrar um engajamento forte e terá que ter um sistema ISO 9001 ou ISO 9004. Já o diamante premeia a excelência, pelo que o candidato terá que ser muito bem organizado e porque serão avaliados 40 itens.

No ano passado, recordou o presidente do IGQPI, duas empresas cabo-verdianas foram premiadas a nível da CEDEAO e no próximo ano a expectativa é que Cabo Verde consiga conquistar o prémio diamante da CEDEAO.

Inforpress

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