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Olavo Correia participa no Fórum Investimento África- na África do Sul

Os grandes objetivos do African Investment Forum vão desde a mobilização de recursos de financiamento, preparação de projetos de modo a se tornarem bancáveis

O vice primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, participa de, no “African Investment Forum”, que decorre em Joanesburgo, África do Sul. Um dos grandes objetivos desta deslocação é a assinatura do Compacto Luso.

Segundo um comunicado da chefia do Governo, esta deslocação representa uma grande oportunidade para Cabo Verde, sobretudo, tendo em conta que o país está em avançada fase de preparação da mesa redonda do Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável (PEDS) 2017/2021, com o objetivo de angariar investimentos para esta nova fase do desenvolvimento Cabo-verdiano.

Os grandes objetivos do African Investment Forum vão desde a mobilização de recursos de financiamento, preparação de projetos de modo a se tornarem bancáveis, bem como acelerar o fecho financeiro de projetos de investimento.

Este fórum tem em carteira quatro tipos de projetos, tendo em conta o seu dimensionamento: projetos superiores 500 milhões de dólares; projetos inferiores a 500 milhões de dólares; projetos no intervalo entre 30 e 500 milhões de dólares e negócios inferiores a 30 milhões de dólares.

De frisar que o cenário de investimentos em África ainda comporta grandes obstáculos como: o clima de investimentos desfavorável, escassez de projetos bancáveis, enquadramento regulatório difícil e assimetria de informação. Entretanto, é promissor o ambiente de investimento: rápido crescimento demográfico, alta taxa de investimento, trajetória económica ascendente e liderança do continente na transformação digital.

Compacto Luso

A assinatura do Compacto Luso do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) traduz-se na abertura de mais uma importante porta de financiamento dos projetos Lusófonos, sem deixar de enfatizar a grande discrepância de realidades deste grupo.

O compacto Luso do BAD está suportado numa lógica tripartida: potenciação dos instrumentos de reforço de crédito/ redução de riscos para atrair investimentos privados; assistência técnica para conceção de um “pipeline” de projetos bancáveis e alavancagem de recursos para financiamento de projetos transformadores.

Este pacote tem alinhado um conjunto de feitos transformadores para os países africanos lusófonos, visando: iluminação, alimentação, industrialização, integração e melhoria da qualidade de vida dos africanos. Estas premissas estão assentes numa estratégia apoiada em dois objetivos de transformação: crescimento inclusivo e transição para um crescimento verde.

As prioridades são: as infraestruturas, integração regional, desenvolvimento do setor privado, boa governação do capital humano e tecnologias. Isto com destaque para três áreas de enfâse até 2022: estados frágeis, agricultura/segurança alimentar e género.

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