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Brava: Processo de emissão do Cartão Nacional de Identificação é “mais célere” do que o do Bilhete de Identidade

A substituta do conservador dos Registos e Notariado da ilha Brava, Catiza de Pina, garantiu à Inforpress que o processo de emissão do Cartão Nacional de Identificação (CNI) é “mais célere” do que o do Bilhete de Identidade (BI).

Conforme avançou a oficial de justiça, anteriormente existia um problema de demora no cartório com os bilhetes de identidade, uma vez que os pedidos eram enviados para a ilha do Fogo, explicando que o processo de emissão do CNI “tem sido mais célere”.

As primeiras remessas de cartões emitidos, de acordo com a responsável, demoraram cerca de cinco dias para estarem prontos e serem entregues aos respectivos donos.
Catiza de Pina diz, entretanto, que o novo documento está ter ainda pouca adesão por parte da população bravense, mesmo com todas as campanhas que têm sido realizadas, quer nos meios de comunicação social quer pelo processo boca-a-boca.

A fonte diz acreditar que é mesmo por “falta de interesse” ou pela “ideia fixa” de que somente quando o BI caducar é que podem fazer o documento substituto.Conforme a responsável, dos interessados que já se dirigirem ao espaço para solicitarem o CNI, muitos são crianças, “talvez por ser gratuito”, destacando ainda alguns jovens e adultos e outros tantos que, mesmo na posse de bilhete de identidade vitalício, quiseram mesmo assim obter o documento.
“Aqui na Brava, normalmente as pessoas têm informações, mas não se dirigem de imediato ao local. Só quando tiverem necessidade é que recorrem aos serviços”, salientou a fonte.

Lançado em Janeiro de 2018 pelo Ministério de Justiça e Trabalho, o Cartão Nacional de Identificação é um novo documento de identificação que tende proporcionar “mais segurança no processo de identificação das pessoas, evitar a falsificação documental e o uso indevido da identidade alheia”.

Nesta altura, já está sendo emitido em nove Conservatórias do país, concretamente nas ilhas Santo Antão (Paul, Porto Novo e Ponta do Sol), São Vicente, Brava, Fogo (São Filipe, Santa Catarina e Mosteiros) e Santiago (ANICC – Arquivo Nacional de Identificação Civil e Criminal e Assomada).
Prevê-se uma cobertura geral até o final do ano corrente.

Inforpress

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