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Santo Antão: Seca obriga fábrica de queijo do Porto Novo a baixar produção – direcção

A falta de matéria-prima sentida de forma particular neste ano de seca, aliada a dificuldades nos transportes marítimos inter-ilhas, constituem, actualmente, os principais desafios que se colocam a essa fábrica,

A seca sentida cada vez mais no Porto Novo, Santo Antão, está a ter efeitos negativos no funcionamento da fábrica de queijo deste concelho, que foi obrigada a baixar a produção devido à falta de matéria prima.

Flávia Silva, directora dessa unidade, explica que com a seca, que se faz sentir no Porto Novo, os criadores de gado não conseguem fornecer o leite à fábrica, que foi obrigada a reduzir a produção, numa altura em que a procura tem estado a crescer, com o alargamento do mercado à ilha de Santiago.

Dos 1.500 queijos que, antes, produzia por semana, a fábrica consegue, nesta altura, produzir apenas 1.200 queijos no mesmo período, quando a procura anda à volta dos 1.800 queijos/semana.

Conforme a sua direcção, a fábrica de queijo do Porto Novo, adquirida ao Estado pelos empresários portonovenses João Santos e Pedro Santos, tem como meta produzir 2.500 queijos por semana, nos próximos anos.

Depois de São Vicente e Sal, a fábrica, que produz queijos frescos e curados, além de requeijão e charcutarias (frescos e fumados), chegou já a Santiago, mais precisamente à cidade da Praia.

A falta de matéria-prima sentida de forma particular neste ano de seca, aliada a dificuldades nos transportes marítimos inter-ilhas, constituem, actualmente, os principais desafios que se colocam a essa fábrica, que reabriu as portas em 2016, depois de um período de três anos inoperante.

Inforpress

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