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Guiné-Bissau: ONU preocupada com tráfico de droga e crime organizado

Em Maio de 2012, na sequência de um golpe de Estado na Guiné-Bissau, o Conselho de Segurança da ONU aplicou sanções a 11 oficias guineenses envolvidos na alteração da ordem constitucional.

O Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas manifestou preocupação com o tráfico de droga e crime organizado na Guiné-Bissau e pediu um reforço do apoio internacional para o seu combate.

“Os membros do Conselho de Segurança reiteraram a sua preocupação com a questão do narcotráfico e o crime organizado transnacional na Guiné-Bissau”, pode ler-se num comunicado divulgado, na sexta-feira, 7,  por aquele órgão das Nações Unidas.

O comunicado foi emitido depois de o Conselho de Segurança das Nações Unidas ter debatido, em 30 de Agosto, a situação na Guiné-Bissau, com a presença do primeiro-ministro bissau-guineense, Aristides Gomes.

O Conselho de Segurança apelou, também, para uma “cooperação e apoio internacional reforçados naquela área”, coordenada pelas entidades da ONU no país, e para uma maior presença do Escritório das Nações Unidas para a Droga e Crime (UNODC) no terreno.

Sobre as Forças Armadas guineenses, o CS referiu estar satisfeito com o “profissionalismo” demonstrado e pela “não-interferência na política nacional e assuntos judiciais”.

Em Maio de 2012, na sequência de um golpe de Estado na Guiné-Bissau, o Conselho de Segurança da ONU aplicou sanções a 11 oficias guineenses envolvidos na alteração da ordem constitucional.

No Conselho de Segurança, realizado em Nova Iorque, na semana passada, o presidente do Comité de Sanções das Nações Unidas, Anatolio Ndong Mba, recomendou que a lista de sancionados fosse revista, tendo em conta a actual situação no país e a evolução dos acontecimentos.

“A situação de segurança é estável sem nenhum episódio violento relevante, o exército não interfere na política e, em geral, respeitam-se os direitos humanos. Existe, contudo, uma grande preocupação com atividades relacionadas com crime transnacional e tráfico ilícito”, afirmou no encontroc o diplomata da Guiné-Equatorial.

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