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Cultura

Projecto Morabeza, Arte e Cultura leva seis artistas cabo-verdianos para intercâmbios no Brasil

Seis artistas cabo-verdianos , de diferentes vertentes, vão participar, no mês de Setembro, num intercâmbio cultural de 15 dias na Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brazileira(UNILAB), Brasil.

Trata-se de uma iniciativa promovida pelo projecto Morabeza, Arte e Cultura, numa parceria entre a ACRIDES e UNILAB, por forma a tentar aproximar, cada vez mais, as diversidades culturais existentes entre Cabo Verde e Brasil.

Segundo o sociólogo da ACRIDES e antigo-estudante da UNILAB, durante esses 15 dias, os artistas nacionais vão proferir palestras e fazer apresentações das suas artes para a comunidade académica, e não só, e, por outro lado, partilhar experiências com artistas brasileiros.

O momento vai servir também para convívio com cerca 50 estudantes cabo-verdianos que estão a estudar na UNILAB.

Desses seis artistas cabo-verdianos, Agnésio Lopes, pertencente ao grupo Mon na Roda, vai apresentar a dança inclusiva, enquanto o instrumentista Ivan Medina vai apresentar os sons da música tradicional cabo-verdiana.

Já  Estevão Mendes leva a sua arte plástica, MC Ngunda vai transmitir os seus conhecimentos sobre a música e dança contemporânea, e Djamila Brito a dança tradicional,

Edvany Teixeira está encarregue de levar a ioga e meditação para a UNILAB e a alguns pontos do Brasil.

“A ideia inicial é levar essa proposta para UNILAB e chegando lá, queremos expandir o evento para outros lugares. Por exemplo em Campinas e Salvador, já tiveram conhecimento desse projecto e convidaram-nos para fazer apresentações”, explica João Semedo, acrescentando que pretendem ir mais longe com essa iniciativa.

De acordo com esse sociólogo, Cabo Verde e Brasil têm muitas semelhanças culturais e assegura que tendo em conta a dinâmica existente actualmente na Comunidade dos Países da Língua Portuguesa(CPLP), querem com essa iniciativa promover os direitos humanos, civis e económicos nessa comunidade, através das artes.

Não pretendem parar por aqui, na medida em que pretendem expandir e transformar essa iniciativa num evento anual e rotativo, ou seja, cada ano num país da CPLP.

WM

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