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Guiné Equatorial: PR reconduz primeiro-ministro

Um dos maiores produtores de petróleo da África Sub-Sahariana, a Guiné Equatorial tornou-se independente da Espanha em 1968.

O chefe de Estado da Guiné Equatorial reconduziu no cargo o primeiro-ministro, Francisco Pascual Obama Asue, após ter demitido o Governo na sexta-feira, 2, segundo refere um decreto assinado por Teodoro Obiang Nguema.

“Fazendo uso das faculdades que me confere a lei fundamental, nomeio Francisco Pascual Obama Asue primeiro-ministro, encarregado da coordenação administrativa”, refere-se no decreto presidencial, lido na televisão pública.

Obiang Nguema reconduziu, também, os três vice-primeiros-ministros: Clemente Engonga Nguema Ongueme, encarregado do seCtor político e democracia e também ministro do Interior, Angel Masie Mibuy, para os assuntos jurídicos da Presidência e das relações com o Parlamento, e Alfonso Nsue Mokuy, ligado aos direitos humanos.

A composição do restante elenco governamental será anunciada ao longo da semana em curso, acrescenta-se no decreto presidencial.

O Governo cessante, formado após as Presidenciais de Abril de 2016, foi dissolvido na passada sexta-feira.

As eleições legislativas, municipais e para o Senado decorreram a 12 de Novembro de 2017, tendo o Partido Democrático da Guiné Equatorial (PDGE, no poder desde a independência), obtido 99 dos cem lugares da Assembleia Nacional.

A Guiné Equatorial, que aderiu, em 2014, à Comunidade dos países de Língua Portuguesa (CPLP), é liderada, desde 1979, por Obiang Nguema, através de um regime autoritário.

Um dos maiores produtores de petróleo da África subsaariana, mas onde a grande maioria da população vive num estado de pobreza generalizada, a Guiné Equatorial tornou-se independente da Espanha em 1968.

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