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CVMA 2016: Élida Almeida é a artista mais premiada e Hélio Batalha revelação

Élida Almeida foi a artista mais premiada da VI edição da gala Cabo Verde Music Awards (CVMA) by Unitel T+, realizada na noite deste sábado, 7, na cidade da Praia.

Élida Almeida foi a artista mais premiada da VI edição da gala Cabo Verde Music Awards (CVMA) by Unitel T+, realizada na noite deste sábado, 7, na cidade da Praia. Hélio Batalha, por sua vez, foi galardoado com o prémio artista revelação e Tó Semedo foi o vencedor da música popular do ano com o tema “Porque eu te amo”.

Élida Almeida, que estava nomeada em cinco categorias, venceu a música inédita com “Joana”, o melhor álbum do ano com “Ora doci ora margos” e ainda levou o prémio de artista mais popular na internet atribuído pelo Sapo.

Hélio Batalha, o artista revelação, venceu também o prémio melhor hip hop/RnB com o seu trabalho “o ki fomi txiga”.

“Já esperava por este prémio mas não estou deslumbrado, estou tranquilo porque talvez a minha ambição na música seja muito mais do que este prémio”, disse o rapper que, entretanto, frisou a importância desse tipo de prémio, sem, porém, se vangloriar.

Tó Semedo que estava nomeado em quatro categorias, venceu, além da música popular do ano, o prémio de melhor intérprete masculino.

“Estes prémios são sinónimos de pilhas recarregadas, isto é, o tanque cheio com combustíveis para trabalhar e acreditar mais. Estou muito feliz e sem palavras.”, disse.

Thairo Kosta venceu nas duas categorias que estava nomeado, com melhor música urbana e melhor vídeo clipe, ambas pelo seu trabalho “Sentru di injúria”. “É com o maior orgulho de representar a minha terra Santa Cruz, local onde iniciei, que recebi muitas falas negativas, mas também muito incentivo positivo que recebo estes prémios”, disse o artista.

Lura, que não esteve presente na gala, também foi galardoada com dois prémios, o de melhor coladeira com “X da questão” e o de melhor intérprete feminino.

Quem também recebeu duas distinções foi o grupo Ferro Gaita, a de melhor em palco e de melhor funaná com ” Mudjer Trabadjadera”.

Outras distinções foram atribuídas a Lippe Monteiro que levou o prémio de melhor música electrónica com o tema “Ku xintidu na bo”, Cordas do Sol, que ganhou a música tradicional do ano com o tema “Sofia”, Badoxa com melhor kizomba pela música “Ta me esperare” e Mariana Ramos pela melhor morna com “Sima cretxeu”. Hernâni Almeida recebeu o prémio de melhor produtor musical, Indira Araújo, o de melhor animador de Comunicação Social e Dj Jano foi considerado o melhor Dj.

O prémio carreia, este ano, foi atribuído ao conjunto “Voz de Cabo Verde”. Este foi recebido pelo pianista e membro do grupo Chico Serra que, logo foi convidado para actuar, acompanhando Mirri Lobo e Olavo Bilac, na voz.

Durante a gala, que teve várias actuações de artistas convidados, casos de Nsoki, Olavo Bilac, Lutchina, Mirri Lobo, Ceuzani e Badoxa, foi entregue o cheque de responsabilidade social, ao director do Espaço Aberto Safende.

Para organização esta foi “mais uma noite feliz e de homenagem à nossa música” e o balanço não podia ser outro se não, “muito positivo”. Conforme Soraia de Deus, “CVMA veio para ficar”. “Estamos determinados a fazê-lo todos os anos, porque vale a pena. Basta terminar esta gala para pensarmos já a próxima”, disse.

Gilyto Semedo, por sua vez, afirmou que “fazer CVMA é fácil, desde que se queira” e reiterou a informação avançada por Soraia De Deus de uma reformulação do evento, a partir do próximo ano, uma vez que está marcado este primeiro ciclo de seis anos.

O espetáculo que foi transmitido em directo pela Rádio Morabeza e pela Sapo, terminou por volta das 2h30 com a actuação de Tó Semedo, ao lado de todos os nomeados da noite, que foram convidados a subir ao palco.

JN

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