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Turismo: Leonesa Fortes quer que Cabo Verde seja retirado da lista negra do Zika

Leonesa Fortes, Ministra do Turismo Indústria e Desenvolvimento Empresarial (MTIDE) quer que Cabo Verde seja retirado da lista negra do Zika.

Leonesa Fortes, Ministra do Turismo Indústria e Desenvolvimento Empresarial (MTIDE) quer que Cabo Verde seja retirado da lista negra do Zika.

A gestora da pasta do turismo de Cabo Verde diz não existirem razões para que Cabo Verde esteja a ser penalizado desta forma ao vigorar na lista negra do Zika.

“O MTIDE tem estado a acompanhar a situação do Zika no país conjuntamente com o Ministério da Saúde (MS) que tem estado a fazer um trabalho meritório para controlar o Zika a nível nacional. Nas ilhas turísticas praticamente não registamos nenhum caso e também o MS está em articulação com a OMS e autoridades nomeadamente dos EUA no sentido de Cabo Verde ser retirado dessa lista”, afirma.

Isto porque, segundo Leonesa Fortes “os dados mostram que Cabo Verde não está a padecer de nenhuma epidemia de ZIKA e não está em nenhuma situação que possa suscitar cuidados especiais da parte daqueles que nos visitam”, assegura.

É que a informação de Zika em Cabo Verde já está a ser espalhada como rastilho de pólvora no mercado turístico internacional, com agências a tomarem medidas de devolver as passagens aos clientes que já tinham comprado bilhete de férias para Cabo Verde.

Essa responsável admite que naturalmente “há uma atenção a ter sempre em relação aos cuidados”, mas “os casos verificados não se registaram em todo o país”, mas sim em “algumas ilhas especificas onde isso aconteceu”. Leonesa Fortes diz que mesmo nessas ilhas os casos têm vindo a diminuir. “Já tive a informação que na ilha do Fogo os casos reduziram em mais de 50%”, clarifica.

Essa fonte garante que Cabo Verde está a envidar esforços para ser “retirado” da lista porque “não estamos a viver nenhuma situação de crise a este nível para que seja colocado nesta lista”.

Porém, admite que “se houver necessidade vamos emitir um comunicado para tranquilizar as pessoas, as entidades e os outros países”. É que para precaver o que aconteceu com a má publicidade do Ébola em África que acabou por afectar o fluxo turístico para Cabo Verde “é preciso fazer chegar a mensagem lá fora de que não constitui perigo vir para o nosso país”. GC

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