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Cultura

“O Plateau é feito por gente que gosta do cinema” – António “Tober” Silva

Arrancou esta quinta-feira, 19, a segunda edição do Festival Internacional do Cinema – Plateau – com a presença de alguns realizadores e convidados. O filme “Li kê terra” marcou o arranque do evento.
O ponta-pé de saída de mais esta edição foi dado pela equipa coordenadora, encabeçada por Ivan Santos, director executivo do festival, César Schofield, do Ministério da Cultura, Júlio Silvão, Presidente da Associação de Audiovisual de Cabo Verde, e Guenny Pires, cineasta e presidente do júri da competição.
Ivan Santos lembrou que, este ano, a maratona de filmes do Plateau acontece em duas fases. Iniciando esta primeira fase com mostra de filmes, palestras, workshops e troca de experiências, que segue até dia 25. Este director executivo afirmou que querem que este festival se torne de referência para todos e espera que ganhe prestígio.
Já Júlio Silvão, aposta que o festival desde ano será “melhor que a do ano passado” e espera que a “do próximo ano” supere a segunda edição.
A segunda edição do Plateau organizado pela Câmara Municipal da Praia (CMP) e que conta com a colaboração da ACACV, Txan Criol e o Ministério da Cultura (MC) traz esse ano mais de duas dezenas de filmes nacionais e internacionais, com projecções em zonas como São Francisco e São Tomé (locais rurais da cidade da Praia).
Para César Schofield, fazer o Plateau “tem sido uma aventura”. Já Guenny Pires que está neste festival pela segunda vez consecutiva adianta que estar em Cabo Verde para um evento sobre o cinema é “muito especial” e pediu um “djuntamon” de todos para poder elevar este festival ao “mais alto patamar”.
O vereador da cultura, António “Tober” Silva, encarregado de fechar os a cerimónia da abertura oficial, explicou aos presentes que este evento só foi possível porque tem à frente pessoas que “amam” o cinema. “O Plateau é feito por gente que ama o cinema, afirmou o vereador.
Tober adiantou também que as duas semanas de maratona cinematográfica que se vai assistir na cidade da Praia serve para “promover o cinema na cidade da Praia, mas também às pessoas que fazem cinema”.
O vereador ainda demonstrou que existiram algumas dificuldades nesta realização, entretanto diz que tudo irá ser feito para que o “Plateau” tenha muitas mais edições.
A sessão de abertura ficou ainda marcada pela exibição do filme feito por realizadores portugueses “Li kê terra” que conta história de descendentes cabo-verdianos que nasceram em Portugal, mas “indocumentados” sofrem alguma discriminação. “A situação descrita neste filme continua ou está pior em Portugal e na Europa”, avisa um dos responsáveis do filme. CG

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