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São Vicente

“Não existe insegurança em São Vicente” – Comandante regional PN

Numa publicação na sua página na rede social Facebook, Alcides da Luz, comandante regional da Polícia Nacional (PN), reagindo às recentes notícias sobre o clima de insegurança na cidade do Mindelo, principalmente o caso que ditou a morte de Tiago Almeida, assegura que “não existe insegurança na ilha de São Vicente”.
Alcides da Luz refuta a ideia de que São Vicente esteja a viver num clima de insegurança e aponta que a “PN trabalha com factos, certezas e não sensacionalismo ou especulações”.
“Uma Ilha em que a PN envia ao Ministério Público (MP) quase que diariamente 4 a 7 indivíduos detidos. Uma ilha que não se cometem crimes com arma de fogo, os crimes de roubo a pessoa e os homicídios diminuíram consideravelmente em relação ao ano anterior, a inexistência de confrontos entre jovens delinquentes nos bairros. Uma Ilha em que há a diminuição de acidentes de viação, de feridos, aumento de condutores detidos sob o efeito do álcool e apresentados ao MP. Se isto é clima de insegurança, alguém terá que tirar ilações”, enfatizou.
O comandante regional desafia as pessoas a apresentarem factos e números que provam que São Vicente é insegura. “Onde estão os dados, os estudos. Se é só no diz-que-diz, sensacionalismo, especulações não vale nada, sob pena de cair no descrédito. As pessoas queixam-se à PN que gente de Soncente não dorme, mas estão na rua de dia e de noite”, alega Alcides da Luz.
Aquele comandante da PN defende ainda que os menores que estão nas ruas de São Vicente só agridem as pessoas em defesa pessoal. “Concordo que encontrem soluções para os meninos na rua e não de rua, sabemos que têm família. Incomodam sim as pessoas nas ruas e na porta dos mercados, mas não agridem, a não ser em defesa quando são atacados. A PN tem conduzido estes meninos algumas vezes a aldeia SOS, mas depois saem a Rua”, explica.
“Uma coisa é o sentimento de insegurança, outra é chegar ao estado de insegurança. Dizer que há clima de insegurança por causa de um caso isolado, não é sério”, conclui o comandante regional da PN, Alcides da Luz.
AN
 
 
 
 
 
 
 

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