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Câmara de Viseu apoia com dez mil euros a reconstrução da ilha do Fogo

A Câmara de Viseu decidiu hoje enviar dez mil euros para ajudar na reconstrução da ilha do Fogo, em Cabo Verde, na sequência dos prejuízos provocados pela erupção vulcânica.
“Assumi um compromisso de solidariedade com o meu colega de São Filipe e hoje deliberámos apoiar em dez mil euros o fundo que foi criado e é gerido por uma entidade supramunicipal”, justificou aos jornalistas o presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, no final da reunião do executivo.
O autarca disse que, como Viseu tem uma geminação com a cidade de São Filipe, acompanhou muito de perto a evolução da erupção do vulcão através de conversas com o seu colega.
“Portanto, a Câmara de Viseu manifestará a sua solidariedade para com o povo da ilha do Fogo através da atribuição deste subsídio que irá ser enviado para ajuda à reconstrução da ilha”, frisou.
Este compromisso já tinha sido assumido por Almeida Henriques em dezembro, durante uma visita a Viseu do primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves.
O autarca avançou que, no âmbito de uma reunião preparada com José Maria Neves, visitará a ilha do Fogo em abril, acompanhado quatro empresários da região, “na perspetiva da internacionalização da economia”.
O vulcão do Fogo acordou de um sono de 19 anos a 23 de novembro de 2014 e, durante os 78 dias em que esteve ativo, destruiu as duas povoações de Chã das Caldeiras, o planalto que serve de base aos diferentes cones vulcânicos do Fogo, obrigando ao realojamento dos cerca de 1.500 habitantes.
A lava destruiu também uma vasta área agrícola e de pasto, bem como infraestruturas económicas, sociais e turísticas locais, prejuízos estimados pelo Governo cabo-verdiano em cerca de 45 milhões de euros.
Na reunião de Câmara de hoje foi também aprovada o lançamento do concurso público internacional para as refeições escolares, com um valor base de 1,5 milhões de euros.
Segundo Almeida Henriques, a empresa escolhida fornecerá as refeições escolares no próximo ano letivo, havendo a possibilidade de continuar a assegurar o serviço por mais dois anos.
“É um esforço muito forte, mas fundamental”, frisou.
Fonte: Lusa

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