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Transformar Cabo Verde numa plataforma financeira regional exige maior segurança na luta contra o branqueamento de capitais – Gilberto Barros

Gilberto Barros fez essa afirmação na abertura do VI Seminário Regional de Sensibilização para Organizações da Sociedade Civil (OSC) sobre Requisitos de Lavagem de Branqueamento de Capitais (LBC) e Contra o Financiamento de Terrorismo (CFT).

O secretário de Estado Adjunto das Finança disse onten, na Praia que a estratégia do Governo em transformar Cabo Verde numa plataforma financeira regional exige maior segurança na luta contra o branqueamento de capitais.

Gilberto Barros fez essa afirmação na abertura do VI Seminário Regional de Sensibilização para Organizações da Sociedade Civil (OSC) sobre Requisitos de Lavagem de Branqueamento de Capitais (LBC) e Contra o Financiamento de Terrorismo (CFT), destinado a organizações não-governamentais dos Estados membros da CEDEAO, que decorre na Cidade da Praia até à próxima sexta-feira.

“Por isso, temos que trabalhar com os nossos amigos, irmãos e vizinhos, no sentido de bem identificar os riscos e as nossas realidades, por forma a enfrentar e lidar com todos esses riscos”, notou.

Neste sentido, Gilberto Barros lembrou que Cabo Verde está a atrair cada vez mais investimentos estrangeiros, inclusive no sector financeiros, tendo recentemente um banco do Bahrein comprado 90 por cento do capital social do Banco Internacional de Cabo Verde.

O governante admitiu que é desejo do Governo atrair mais capitais estrangeiros, visando transformar o país “numa plataforma financeira regional”, ressaltando o ” rigor” na aprovação do Banco de Cabo Verde para a entrada deste banco estrangeiro no sector financeiro cabo-verdiano.

Em relação à realização deste seminário, considerou que é uma importante etapa no processo do reforço da capacidade dos actores e sistema que visam a luta contra o branqueamento de capitais e o financiamento terrorismo.

“É uma importante etapa porque, neste processo , não se trata só de ver as instituições financeiras reforçadas, mas também todo um ecossistema, onde não só as instituições financeiras são reforçadas, como também as não financeiras”, explicou Gilberto Barros, realçando , igualmente, a importância do sector privado e das organizações da sociedade civil nesse processo.

Acrescentou que esta iniciativa faz parte de um processo de avaliação mais abrangente dos riscos e da realidades do país em termos de branqueamento de capitais, que acontece pela primeira vez em Cabo Verde.

Este seminário é organizado pelo Grupo Intergovernamental de Acção contra o Branqueamento de Dinheiro na África Ocidental (GIABA), com o objectivo de sensibilizar as organizações da sociedade civil sobre os perigos e as consequências do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo na região.

C/Inforpress

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