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Brava: Policiais acusam Câmara Municipal de “dívidas e falta de respeito”

Em causa está uma divida de 100 mil escudos referentes à prestação de serviço nas festas de São João Baptista 2018, entre os dias 23 e 24 de Junho.

Um grupo de dez efectivos da Polícia Nacional (PN) na ilha Brava está a acusar a Câmara Municipal de “abuso e falta de respeito” para com a essa classe profissional.

Em causa está uma divida de 100 mil escudos referentes à prestação de serviço nas festas de São João Baptista 2018, entre os dias 23 e 24 de Junho.

De acordo com Agnelo Andrade, porta-voz do grupo, houve um acordo entre a Esquadra Policial e a Edilidade para o pagamento de apenas 50 por cento (%), mas este último não honrou os seus compromissos.

“A CMB cobrou a todos que participaram nas actividades, um preço de mil escudos, tendo pago, posteriormente, a todos os intervenientes da festa, mas a segurança ficou de fora como sempre”, desabafa Agnelo, salientando que se trata de “abuso e falta de respeito”.

Esses policiais exigem a liquidação da dívida ainda este mês porque alguns deles estão suspensos dos seus cargos por 70 dias, devido à greve de Dezembro do ano passado.

Contactado por A NAÇÃO, o presidente da CMB, Francisco Tavares, confirmou a divida, mas garante que estão em contacto com o dirigente da esquadra, para a sua liquidação até o final deste mês.

Tavares diz também que não houve desconto de 50%, mas sim uma redução de cerca de 15%, uma vez que só pagam horas extras dos trabalhos em regime diurno e não nocturno como é o caso desses policiais.

O edil bravense afiança ainda que há “motivações políticas” por detrás da acusação do agente Agnelo.

WM

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