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Festival Baía das Gatas:Organização assume “exigência crescente” e promete “grande festa” em 2019

Augusto Neves sublinhou a “grandeza” da 34ª edição, encerrada na madrugada de hoje pelo reggae-man português Richie Campbell, que, “no seu todo”, apontou, exibiu um “cartaz de excelência” em que “todos os artistas” apresentaram-se a um nível “bastante alto”.

Mal terminou, na madrugada de hoje, a edição deste ano do Festival Internacional de Música da Baía das Gatas, que recebeu “nota alta” do público, a organização já prepara a próxima e promete “grande festa” em 2019.

As palavras são do presidente da Câmara Municipal de São Vicente, entidade organizadora, que, por ocasião dos 35 anos do festival, que se celebram no próximo ano, avançou à agência de notícias, Inforpress, que os primeiros convites estão feitos, visando um cartaz “igual ou melhor” do que o deste ano, escusando-se no entanto a avançar nomes.

Augusto Neves sublinhou a “grandeza” da 34ª edição, encerrada na madrugada de hoje pelo reggae-man português Richie Campbell, que, “no seu todo”, apontou, exibiu um “cartaz de excelência” em que “todos os artistas” apresentaram-se a um nível “bastante alto”.

“Grandes artistas, grandes bandas, uma população imensa, um movimento enorme e isso é economia mindelense”, justificou o autarca, que promete “melhorar a cada ano” o evento para “potencializar esta veia cultural” da ilha e trazer “cada vez melhor qualidade” e “mais dinheiro” às famílias.

Neves concorda que o festival, a cada ano, está “mais exigente pela qualidade”, pelo que a câmara municipal vai continuar a trabalhar no sentido de apresentar sempre “um grande produto”.

“No próximo ano, iremos fazer um grande festival, com a inauguração da asfaltagem da estrada cidade-Baía das Gatas e de toda a requalificação da estância turística”, concretizou o edil, numa ilha, ajuntou, que quer ser um ponto de turismo “de excelência” em Cabo Verde.

Questionado quanto às queixas da população que se deslocou este ano à Baía das Gatas e que se relaciona com o som produzido em simultâneo e em altos decibéis em espaços comerciais na baía no momento da actuação dos artistas, Augusto Neves, disse que a indicação da comissão organizadora vai no sentido de a música nesses sítios dever ocorrer no intervalo das actuações das bandas no palco principal.

“Mas as pessoas muitas vezes não ajudam nesse sentido, pelo que prometemos continuar a melhor nesse aspecto e em muitos outros a cada ano, corrigindo as falhas”, apontou.

“De certeza que nos anos vindouros essas melhorias serão bem visíveis e, assim, dar às pessoas melhores condições para desfrutarem desse fim-de-semana rico na Baía das Gatas”, concluiu o presidente da câmara.

Neste terceiro e último dia do festival, desfilaram no palco nomes como DJ Fatboy e Mc Me, Batchart, que convidou Mark Delman e Ary Beatz, Nelson Freitas, e, a encerrar, o reggae-man português Richie Campbell & The 911 Band.

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