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Paulo Rocha diz que não há razões para nova greve na Polícia Nacional

Paulo Rocha encontra-se em Santo Antão onde participou na cerimónia de elevação do Posto Policial da Ponta do Sol à categoria de Esquadra.

O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, considerou segunda-feira, em Santo Antão, que “não há razões para uma nova greve dos agentes da Polícia Nacional”.

“Já anunciamos que vai haver aumento salarial em Outubro e isso significa que não há pressão que nos obrigará a fazer uma coisa que já prometemos fazer”, disse Paulo Rocha no seu discurso durante a cerimónia de elevação do Posto Policial da Ponta do Sol à categoria de Esquadra, admitindo que entenderia a pressão se tivesse dito que “não iria fazer”.

O ministro considerou que é preciso reflectir sobre este cenário de pressões e de greves quando as promoções estão a ser cumpridas, o Governo está a resolver os problemas, são investidos milhões em meios de mobilidade e são criadas mais condições em termos de infra-estruturas.

“Há dias entregamos e vai chegar, brevemente, a Santo Antão um conjunto de equipamentos para a segurança dos efectivos”, avançou Paulo Rocha falando “não apenas, mas particularmente dos coletes à prova de bala que chegarão para criar mais condições de segurança para todos os efectivos” da Polícia Nacional.

“Nesta matéria de preocupação para que a Polícia tenha mais e melhor para poder prestar mais e melhor serviço nós estamos absolutamente tranquilos e focados”, garantiu o ministro Paulo Rocha alertando, contudo, que “a nível do sindicato, cada um terá de assumir, claramente, as suas responsabilidades”.

Paulo Rocha assegurou que “pressões, quando injustas”, não podem aceitar e, dirigindo-se ao efectivo presente, transmitiu “uma palavra de confiança” garantindo que o Governo “está empenhado e tem o objectivo de resolver os problemas”.

“Vamos resolver, temos estado a resolver problemas, ainda não falhamos e continuaremos a resolver os problemas”, disse Paulo Rocha, que aponta para o mês de Agosto como data em que serão eliminadas as promoções em atraso, já que dos cerca de 900 efectivos com promoções em atraso, no início de funções do actual Governo, dos quais 523 já foram promovidos e os restantes 400 serão promovidos nessa altura.

“É um investimento de milhões mas temos a certeza de que criará as condições para a motivação ao pessoal”, disse Paulo Rocha considerando que isso irá permitir a melhoria em termos salariais além de criar condições para a progressão na carreira e subir na hierarquia dentro da Polícia Nacional.

Inforpress

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