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Crianças desaparecidas: Avó de Nina e Filu diz que “estrangeiros” estão a investigar o caso

Segundo Marcelina, esses investigadores são agentes da polícia provenientes “dos Estados Unidos”, que se têm deslocado, nos últimos três meses, à sua residência em Castelão, na Cidade da Praia, para recolher novos elementos para investigação.

A avó de Clarisse Mendes (Nina) e Sandro Mendes (Filú), desaparecidos desde 03 de Fevereiro último, na Cidade da Praia, disse que tem recebido “estrangeiros” em casa que estão a ajudar as autoridades cabo-verdianas a desvendar o caso.

Em entrevista à Inforpress, a avó das duas crianças de 11 e 10 anos, Marcelina Lopes, informou que esses investigadores já estiveram na sua casa a recolher informações juntamente com a Polícia Judiciária.

“Acho que as autoridades estão a fazer um bom trabalho, mas esses casos são complicados. Ainda ontem estiveram dois estrangeiros aqui que estão a ajudar na investigação e estiveram muito tempo a falar comigo, declarou Marcelina, que ainda alimenta a esperança de ver os netos com vida.

Segundo Marcelina, esses investigadores são agentes da polícia provenientes “dos Estados Unidos”, que se têm deslocado, nos últimos três meses, à sua residência em Castelão, na Cidade da Praia, para recolher novos elementos para investigação.

“Costumam vir aqui quatro pessoas, dois estrangeiros e dois cabo-verdianos, acrescentou a avó de Nina e Filú, que ainda têm esperança de ver os seus netos com vida.

Já Alberto Lopes da Silva, bisavô do bebé que também desapareceu junto com a mãe, Edine Soares, em Achada Grande Frente, no dia 28 de Agosto, afirmou que sabe apenas que a Polícia Judiciária (PJ) está a trabalhar neste caso.

A Inforpress contactou a PJ para saber mais informações sobre a colaboração de estrangeiros nessas investigações, mas a assessoria da polícia científica limitou-se a dizer que desconhece esta informação.

Em Maio deste ano, o procurador-geral da República, Óscar Tavares, assegurou que estavam a trabalhar “arduamente” com a cooperação internacional para recuperar as crianças e devolvê-las às famílias e também punir os responsáveis por esses actos.

“Estamos a trabalhar a nível da cooperação internacional porque não temos experiências nestes casos com esse nível de gravidade, trazer essa experiência do ponto de vista da investigação de países que têm meios, condições e outras possibilidades que nos podem auxiliar e é neste quadro que estamos esperançosos”, salientou na altura indicando que a equipa tem partilhado informações a nível internacional através da rede da Interpol.

Inforpress

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