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Cimeira CPLP: O ganho da presidência de Cabo Verde tem que se traduzir em avanços no domínio da mobilidade, diz Jorge Carlos Fonseca

Jorge Carlos Fonseca falava numa colectiva de imprensa em antevisão à XII Cimeira de Chefes de Estado e de Governos da CPLP, que arranca nos dias 17 e 18 de Julho, na ilha do Sal.

O Presidente da República (PR), Jorge Carlos Fonseca, afirmou hoje que o ganho da presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), por parte de Cabo Verde, tem que se traduzir em avanços no domínio da mobilidade.

Jorge Carlos Fonseca falava numa colectiva de imprensa em antevisão à XII Cimeira de Chefes de Estado e de Governos da CPLP, que arranca nos dias 17 e 18 de Julho, na ilha do Sal.

Segundo o PR, quando Cabo Verde assumir a presidência da comunidade vai dar ênfase a um conjunto de temas, principalmente à questão da mobilidade, sabendo de antemão que Cabo Verde, querendo o máximo, tem noção “de que não se pode ter o máximo de uma só vez.”

“Sabendo de antemão o que Cabo Verde pretende, em tese, pode não obter a adesão de todos os estados membros. Nessa medida, nós pretenderemos uma declaração que se ajuste aos graus da adesão de cada país em relação à mobilidade”, assegurou Jorge Carlos Fonseca.

Ou seja, Cabo Verde irá propor que cada país possa aderir a “propostas de mobilidade mais ou menos avançadas” em diferentes períodos, explicou Fonseca, realçando que Cabo Verde vai emitir uma declaração consensual entre os Estados Membros sobre a mobilidade.

É que, no entender do Presidente da República de Cabo Verde, é preciso que haja “avanços e conquistas claras sobre a mobilidade”, principalmente para profissionais como escritores, artistas, agentes culturais, agentes económicos, empresários, estudantes e ainda para bens culturais.

Outra pretensão de Cabo Verde é que haja avanços no domínio da cooperação económica e empresarial, da economia do mar, da tecnologia, da inovação e também a cultura. Isto seguindo a lógica do lema desta cimeira “Cultura, Pessoas, Oceanos”.

Em suma, Jorge Carolos Fonseca, pretende que a presidência de Cabo Verde torne a CPLP “mais dinâmica, com mais mobilidade de pessoas e de agentes económicos”, que focaliza em questões como a problemática dos oceanos e a afirmação e difusão da língua portuguesa.

Inforpress

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