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Moçambique: Governo dissolve Conselho de Administração da LAM

Aviões da Companhia têm ficado em terra, na sequência do corte de fornecimentos por parte das petrolíferas.

O Conselho de Administração da companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) foi dissolvido pelo Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), noticiou a emissora pública, Rádio Moçambique (RM).

A RM avança que a cessação de funções do Conselho de Administração da LAM foi decidida, em assembleia-geral extraordinária de accionistas, dominada pelo IGEPE, que é a entidade governamental que gere as empresas públicas.

A assembleia-geral extraordinária tinha como ponto único a actual situação da companhia, explica a notícia.

Na terça-feira, 3, cerca de 300 passageiros que pretendiam viajar de Maputo (a captital daquele País Lusófono do Oceano Índico) para as cidades da Beira e Nampula ficaram em terra, devido à falta de combustível nos aviões da LAM, na sequência do corte de fornecimentos por parte das petrolíferas.

O ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Carlos Mesquita, disse, na quinta-feira, 5, à imprensa, que o corte nos fornecimentos de combustível foi provocada por dificuldades de pagamento por parte da LAM.

No início do ano, a companhia de bandeira cancelou voos, também, devido à falta de combustível.

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