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UE pede processo justo para director da Amnistia Internacional na Turquia

O dirigente da Amnistia foi preso há um ano em Izmir (Oeste), acusado de pertencer a uma "organização terrorista".  Arrisca 15 anos de prisão.

A União Europeia (UE) pede “um processo justo” para o director da Amnistia Internacional na Turquia, Taner Kiliç, e para outros defensores dos direitos humanos detidos no país.

“As autoridades turcas – país candidato à adesão à UE e membro do Conselho da Europa – devem garantir o direito a um processo justo sobre a base do princípio da presunção da inocência, em conformidade com a Convenção europeia dos direitos humanos e à jurisprudência do Tribunal europeu dos direitos humanos”, referiu numa declaração, a porta-voz da chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini.

“Taner Kiliç, o director da Amnistia Internacional na Turquia, foi preso há um ano. Kiliç é advogado e defensor dos direitos humanos e, como ele, permanecem detidos numerosos outros defensores dos direitos humanos como Osman Kavala, e ainda jornalistas, deputados, juízes, procuradores e universitários”, sublinhou a porta-voz, Maja Kocijancic.

O presidente da Amnistia na Turquia foi preso há um ano em Izmir (Oeste), acusado de pertencer a uma “organização terrorista”. Arrisca 15 anos de prisão.

O processo de Kiliç está em curso e deverá ser retomado em 21 de Junho, a três dias das Eleições Legislativas e Presidenciais cruciais, com o Presidente Recep Tayyip Erdogan a apresentar-se a um novo mandato com poderes reforçados.

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