Home » Actualidades » “O empate é justo”: Gunga, treinador da Académica do Porto Novo

“O empate é justo”: Gunga, treinador da Académica do Porto Novo

Segundo o técnico, o resultado mantém acesa a aspiração da Académica chegar a próxima fase do Nacional de futebol.

O treinador da Académica do Porto Novo, Gunga, considerou justo o empate a uma bola, entre a sua equipa e o Mindelense, na tarde de sábado (21). Segundo o técnico, o resultado mantém acesa a aspiração da Académica chegar a próxima fase do Nacional de futebol.

“Estávamos a jogar com uma grande equipa. Para nós, e, pelo que aconteceu no jogo, o empate acaba por ser justo”. Foi esta abordagem do técnico da Académica do Porto Novo ao empate (1-1) registado em casa frente ao Mindelense.

Segundo Gunga a sua equipa já vinha alertada sobre o aproveitamento das bolas paradas por parte do Mindelense, mas mesmo assim o golo do Mindelense foi marcado na sequência de um canto. Na segunda parte a equipa da casa viu-se obrigada a correr atrás do prejuízo, tendo tido sucesso.

“Por sermos uma grande equipa coube-nos dar réplica e fizemos mudanças. Empatamos e com mais um pouquinho de sorte podíamos ter marcado um segundo golo e ter feito os três pontos, mas nada está perdido”, acrescentou.

Na próxima jornada as duas equipas voltam a encontrar-se em casa do Mindelense, um terreno difícil para qualquer equipa forasteira. Contudo, importa frisar que em 2016, a equipa de Gunga saiu desse campo com uma vitória por 1-0. Estava-se na primeira-mão da final do Nacional. Uma semana depois o Mindelense inverteu o quadro da eliminatória no Porto e sagrou-se campeão nacional.

Gunga desdramatizou estes factos e frisou que a sua equipa entra em qualquer campo para ganhar, desde que se mantenha fiel aos seus princípios de jogo.

Do lado do Mindelense o treinador Rui Alberto Leite destacou a entrada da sua equipa Mindelense no jogo, mas deixou fortes críticas a equipa de arbitragem, sobretudo  na decisão do penalty contra a sua equipa.

“Entramos bem no jogo e tomamos conta do jogo. Surpreendemos o adversário, com agressividade na zona do meio campo, onde eles são muito fortes. Pudemos empurrá-los para trás e acabamos por marcar bem, no nosso melhor momento”, disse. Na segunda parte, para mim não foi penalty, pelo que o árbitro teve muita influência no jogo”.

Rui Leite desvalorizou a ausência do avançado, Papalelê, desta partida, apesar de reconhecer que este último é um jogador que faz falta a qualquer equipa. Em São Vicente, na próxima semana, o técnico manifestou o desejo de que seja um bom jogo.

PartilheTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on Google+Email this to someone

Comentário

Publicidade