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Depois da abertura oficial, trabalhos do AME arrancam com conferência: “América: como entrar nesse mercado?”

Hoje cabe a Jupiter & Okwess fechar o primeiro dia do AME na rua Pedonal, mas o dia será preenchido ainda com conferências, showcases e a abertura do mercado cultural.

Foi inaugurada oficialmente ontem à noite na Assembleia Nacional na Praia, a VI Edição do Atlantic Music Expo (AME 2018).

A cerimónia  juntou vários profissionais da indústria musical, entre eles artistas nacionais e estrangeiros, produtores, managers, programadores de festivais e jornalistas vindos de várias paragens, que já se encontram na capital para participar de mais uma edição deste encontro da música do transatlântico.

Na abertura, que contou com a presença do primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva, o novo director-geral do AME, Augusto Veiga mostrou-se expectante quanto ao alcance que esta edição poderá ter junto da comunidade artística.

“As expetativas são boas para os próximos três dias. Os grupos começaram a chegar há dois dias e maioria já cá está. Já começa a haver muita partilha e a expetativa é para que haja realmente muitos intercâmbios e tudo corra bem. Penso que vamos ter variedade e com qualidade, tanto a nível nacional como internacional”, disse citado pelo Sapo.cv.

A festa de ontem juntou músicos e ritmos de várias latitudes. A destacar Eduíno dos Ferro Gaita, que se apresentou com um novo projecto a solo, numa viagem pelos ritmos do funaná, tendo a gaita como uma das estrelas do álbum que está a preparar.

Pelo palco passaram ainda, entre outros, o grupo Reis Demuth Wiltgen Trio, do Luxemburgo e os Lindigo, das ilhas Reunião.

Hoje, arrancam, por assim dizer, os trabalhos do AME 2018, logo às 10h com a conferência “America: Como entrar no continente”. Os oradores internacionais irão dar pistas práticas das especificidades de mercados tão almejados entre artistas da worldmusic como o da América Latina, EUA ou Canada.

Depois da conferência, as atenções estão voltadas para o primeiro daycase, de Marco Oliveira, um artista que vem de Portugal e que actua no PCIL às 13h30. Logo depois é a vez da crioula Djocy Santos subir ao palco.

À tarde, pelas 15h30 é a vez da conferência “Hip-hop: como criar uma marca e uma carreira independente”, também no PCIL. Depois a música retoma a partir das 17h com a Marca de Alfama na Avenida Cabral, às 17h, para às 18h terem início os espetáculos na Pedonal. Primeiro os chineses Timers, depois Rosa Mestre de Cabo Verde, seguida de Djazia Satour da Algéria.

A partir das 20h50 sobem ao palco os restantes showcases do dia. Primeiro Mamadou Sulabanko, de Cabo Verde, depois Ilam do Senegal, seguido de Josimar, de Cabo Verde.

Já depois das 23h30 será a vez de Jupiter & Okwess fechar o primeiro dia do AME. Um grupo vindo de França, mas que é originário do Congo, transmitindo uma fusão de ritmos que viajam pelo afrobeat e afrofunk. A banda já se encontra em Cabo Verde e inclusive já partilhou fotografias da sua estada na capital na sua pagina oficial de facebook, nomeadamente da praia de Quebra Canela. “Atlantic Music Expo, já cá estamos”, escreveram.

Antes dos espectáculos na Pedonal será inaugurado ainda o habitual mercado cultural , que junta stands de vários profissionais da indústria da música, câmaras municipais, produtoras e instituições ligadas à arte, música e cultura, no geral.

GC @foto facebook oficial AME

 

 

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