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Brava: Aproveitamento no EBI mantém a tendência dos últimos dois anos

Todos os alunos das localidades distantes das sedes dos agrupamentos escolares são transportados nos dois autocarros da Câmara Municipal e quatro carrinhas “hiaces”. 

A Ilha Brava mantém, a nível do Ensino Básico Integrado (EBI), a tendência de aproveitamento dos últimos dois anos, enquanto que, no Secundário (Liceu), a melhoria “é significativa”, rondando os cinco por cento (%).

A revelação foi feita ao  A NAÇÃO, pelo delegado do Ministério da Educação (ME) na “Ilha de Nhô Tatai”, Emanuel Orlando Vale de Burgo, especificando que, no Segundo trimester, o aproveitamento no EBI foi de 92,8%, superando os 93,2% do trimester anterior.

Falando da qualidade, Vale de Burgo aponta para 78,9, contra os 75,2% do primeiro trimestre.

No Secundário, ou seja: do nono ao décimo ano de escolaridade, o aproveitamento situou-se nos 81,84, superando os 73,3% dos primeiros três meses do ano lectivo andante.

A qualidade neste nível de ensino foi marcante: 40,52 contra os  32,5% do primeiro trimestre.

Falando da qualidade, Emanuel de Burgo aponta para 78,9, contra os 75,2% do primeiro trimestre.

Ensino Básico (1º ao 8º ano de escolaridade)

 

I Trimestre

II Trimestre

Aproveitamento (%)

93,2

92,8

Qualidade(%)

75,2

78,9

Suficiência(%)

18

13,8

Insuficiência(%)

6,8

7,2

 

Ensino Secundário (9º ao 12º ano de escolaridade)

Aproveitamento (%)

73,3

81,84

Qualidade(%)

32,5

40,52

Suficiência(%)

40,8

41,3

Insuficiência(%)

26,7

18,2

 

 

“Na Brava, o que mais contribui para o abandono escolar é a emigração e/ou a perspectiva da emigração”, explica o delegado do ME, notando que, a nível liceal (do nono ao 12º anos) foi de 7,7% no primeiro trimestre, baixando para 2,6% no segundo.

Presentemente, todos os alunos   das localidades distantes das sedes dos agrupamentos   – num total de 216 alunos -, ou seja: numa média de cinco a 12 quilómetros, são transportados nos dois autocarros da Câmara Municipal local e quatro carrinhas “hiaces”.

“Até à presente data, os alunos são transportados de forma gratuita”, realça de Burgo.

O serviço de cantinas “tem estado a funcionar a um bom nível”, com particular destaque para a introdução de frangos no final do segundo trimestre. “Os pais e/ou encarregados de educação têm contribuído, grandemente, para o bom funcionamento das cantinas escolares”, reça o delegado do ME.

Os órgãos dos agrupamentos funcionam, “dentro daquilo que ainda nos é permitido, sem grandes sobressaltos”, sendo que, o Conselho Pedagógico trabalhou nos moldes da configuração da nova Rede Escolar e com a frequência de uma vez por mês.

O conselho Directivo da Escola Secundária inclui, na sua orgânica, a sub-directora Pedagógica para o Ensino Básico e o Conselho Escolar(Assembleia de Escola) funciona com os elementos discriminados nas orientações da nova Rede Escolar”, garante De Burgo.

Ampliação, reabilitação e manutenção de escolas “em bom estado de conservação, salubridade e apresentação” estão, também, no rol das preocupações de Vale de Burgo e equipa.

“A ampliação e a reabilitação da Escola Secundária ‘Eugénio Tavares’ foi uma das maiores obras financiadas pelo Governo, depois das do Porto da Furna e da estrada Furna/Nova Sintra”, conclui o delegado do ME, Emanuel de Burgo.

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