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Kriolscope conquista três dos nove galardões do prémio nacional de publicidade 2018

A empresa cabo-verdiana de audiovisual Kriolscope foi a grande vencedora da noite já que conseguiu arrecadar três troféus.

A segunda Gala do Prémio Nacional de Publicidade aconteceu este sábado, dia 17, na cidade da Praia. No total, estiveram a concurso 35 trabalhos, sendo que a categoria de Televisão foi a que teve mais concorrentes, 17 no total. A empresa de cabo-verdiana de audiovisual Kriolscope foi a que conquistou mais troféus — três, dos nove que foram entregues.

Numa iniciativa inédita, o hall de entrada da Assembleia Nacional, renovada recentemente, recebeu a segunda edição da Gala do Prémio Nacional de Publicidade 2018. Promovido pela EME Marketing e Eventos, o evento tem como objectivo premiar o que de melhor se faz no sector publicitário em Cabo Verde.

A empresa cabo-verdiana de audiovisual Kriolscope foi a grande vencedora da noite já que conseguiu arrecadar três troféus – Prémio Público de Publicidade, uma votação online no SAPO CV (Campanha 10 Anos da Parceira UE x Cabo Verde), Televisão (campanha para Cabeólica) e Campanha Integrada (Campanha 10 Anos da Parceira UE x Cabo Verde).

No final, o fundador e director criativo da empresa, Nuno Miranda, demonstrou estar feliz com a consagração da Kriolscope, pelo segundo ano consecutivo, mas salientou que os prémios servem de motivação para continuar a trabalhar “neste mercado de muitos desafios em Cabo Verde”.

Já Luís Burgo, da agência de publicidade Creation que este ano sagrou-se novamente vencedora desta vez nas categorias de Rádio e Print (ambas campanhas para a marca de refrigerantes Kul), enalteceu a iniciativa, mas deixou a sugestão para algumas melhorias para a organização. “Quando pensamos na publicidade vemos apenas o produto final, mas há muita gente no backoffice (…) Há que valorizar o trabalho criativo se não quisermos ter apenas um prémio que distingue o audiovisual”

No mesmo sentido, Nuno Miranda sugeriu à organização que trabalhasse com as agências publicitárias para a criação de subcategorias do PNP que valorizam outros aspetos criativos como fotografia, storyline, etc.

Os restantes prémios foram arrecadados pela Agência Cabo-verdiana de Imagens (ACI), que concorreu este ano pela primeira vez e que leva para casa os troféus Palmeira nas categorias de Responsabilidade Social e ainda Campanha Integrada (ambas campanhas da Unitel T+); e pela agência de publicidade Lima Limão (campanha Azeite Gallo) e a produtora Artemedia Zwela (campanha da Powa Swag) que ambas este ano levam um troféu na mesma categoria – TV.

O Prémio Nacional de Publicidade é apadrinhado pelo Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, MCIC, pelo segundo ano consecutivo. O ministro da Cultura, Abraão Vicente, declarou que o PNP foi o primeiro projecto a ser apoiado pelo seu ministério. O titular da pasta da cultura partilhou ainda com presentes que em 2017, um total de 70 projectos nacionais foram apoiados pelo MCIC na sua internacionalização.

c/Sapo
Foto:Sapo

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