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Vítimas de escravatura sexual no Iraque parecem “cadáveres vivos”

Entre nove mil  e 11 mil civis morreram na batalha final para eliminar os extremistas do Estado Islâmico de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque.

As mulheres e crianças vítimas de violação e escravatura sexual pelo auto-proclamado Estado Islâmico (EI) encontram-se “como cadáveres vivos” e com “carência de apoio”, alertou uma enviada especial da ONU no Iraque.

Os sobreviventes libertados no início do ano estão confinados a campos, disse Pramila Patten, numa conferência de imprensa, devido ao “estigma” de serem vítimas de violência sexual e estarem, por isso, ligados ao grupo terrorista.

As autoridades de Mossul já dão conta de orfanatos destinados apenas a estas crianças, muitas vezes abandonadas pelas próprias mães.

Entre nove mil  e 11 mil civis morreram na batalha final para eliminar os extremistas do grupo auto-proclamado EI de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, revela uma investigação da agência de notícias Associated Press (AP).

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