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São Vicente: Ministra da educação pede paciência aos professores do EBI

Segundo a titular da pasta da educação, os atrasos prendem-se com a necessidade de priorizar as pendências herdadas do governo anterior.

A Ministra da Educação, Maritza Rosabal, que se reuniu com professores do EBI em São Vicente na terça-feira (6), pediu paciência à classe, perante as reivindicações de mais celeridade na publicação de reclassificações e pagamento dos subsídios da não redução da carga horária.

Maritza Rosabal foi confrontada problemas de professores do ensino básico integrado e que se prendem sobretudo com formação, reforma e progressão na carreira. Casos de docentes que concluíram a licenciatura em 2014 por exemplo e ainda aguardam pela reclassificação. E ainda professores reformados que não estão a receber o subsídio da não redução da carga horária.

Segundo a titular da pasta da educação, os atrasos prendem-se com a necessidade de priorizar as pendências herdadas do governo anterior.

“Até este momento o que temos feito em termos de gestão de recursos humanos é olhar para trás, resolver os pendentes. Estamos a resolver processos pendentes desde 2008i Isto é processos estipulados ali, mas nós temos outras pendências, porque temos professores que há 18, 20 anos que estão no sistema e que não foram objectos nunca de progressões, então temos todas estas questões que temos que analisar”, disse.

Ainda assim a previsão é de que a reclassificação de professores e o pagamento de subsídios referentes a 2012 e 2013 sejam resolvidas este ano, segundo u director dos recursos humanos do Ministério da Educação, Adilson Semedo.

“Para este ano, temos a previsão para publicar em Abril e Maio o grupo de pedidos de reclassificação referentes a 2014. Em Agosto e Setembro o grupo de pedidos de reclassificação referentes a 2015. Em relação ao subsídio da não redução de carga horária. Em Novembro começaremos a publicar o grupo de 2012 e Dezembro de 2013”, avançou.

Os professores do 5º e 6º ano reclamam de uma carga horária superior ao estipulado pelo estatuto, algo sobre o qual Adilson Semedo solicitou a intervenção da delegação do ME em São Vicente, através do levantamento das horas extras para ponderar medidas.

ME prioriza reabilitação de escolas em zonas periféricas

Na segunda feira, após um périplo por algumas instituições de ensino na ilha de São Vicente, Maritza Rosabal avançou que o Ministério da Educação vai priorizar a reabilitação das escolas do ensino básico nas zonas de Salamansa, Lameirão e Pedra Rolada. A visita enquadra-se no plano de reabilitação de escolas do Ministério da Educação, que vai até 2021.

“Temos um plano de reabilitação que vai até 2021 mas estamos a hierarquizar e a priorizar as intervenções, pois haverá parceria a nível local e central para ver qual as escolas que vão merecer as primeiras intervenções”, disse Maritza Rosabal.

A escola de Salamansa clama pela reabilitação de tectos e acesso à água, enquanto que a de Lameirão já pede alguma intervenção a nível da melhoria do espaço envolvente e a substituição dos tectos. Em Pedra Rolada, o problema maior prende-se com a segurança, segundo avançou Rosabal.

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