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INE: Ritmo de crescimento económico continuou a acelerar no último trimestre de 2017

O indicador registou o valor mais alto dos últimos trinta e sete (37) trimestres consecutivos, tendo evoluído positivamente relativamente ao mesmo período do ano 2016.

De acordo com dados avançados esta sexta-feira,19, pelo INE  de Cabo Verde,  o ritmo de crescimento económico de Cabo Verde continuou a acelerar no último trimestre de 2017. O indicador registou o valor mais alto dos últimos trinta e sete (37) trimestres consecutivos, tendo evoluído positivamente relativamente ao mesmo período do ano 2016.

Segundo o INE, este diagnóstico conjuntural resulta da síntese das apreciações transmitidas pelos empresários da construção, do comércio em estabelecimentos, do turismo, da indústria transformadora e dos transportes e serviços auxiliares aos transportes.

Analisando por sectores, no que toca ao Comércio em Estabelecimentos, o indicador de confiança registou o valor mais alto dos últimos vinte e três (23) trimestres consecutivos, evoluindo positivamente face ao mesmo período do ano 2016, pelo que a conjuntura económica no sector é favorável. No decorrer do quarto trimestre de 2017, a insuficiência da procura e as dificuldades financeiras foram os principais constrangimentos apontados pelos empresários do sector.

No que toca ao Turismo, o indicador de confiança contrariou a tendência ascendente do último trimestre, no entanto, o indicador situa-se acima da média da série e evoluiu favoravelmente relativamente ao trimestre homologo, a conjuntura no sector é também favorável. Os empresários apontaram as dificuldades em encontrar pessoal com formação apropriada e o excesso de burocracia e regulamentações estatais como os principais obstáculos do sector no 4º trimestre de 2017.

Em relação ao Turismo Residencial, o indicador de confiança manteve-se estagnado, evoluindo negativamente face ao trimestre homologo, o que faz com que a conjuntura no sector seja desfavorável. De acordo com os empresários a insuficiência da procura e o imposto excessivo foram os principais obstáculos do sector no durante o período em análise.

Na Construção, o indicador contrariou a tendência descendente do último trimestre, situando-se acima da média da série e evoluindo positivamente face ao trimestre homologo, a conjuntura no sector é favorável. Aqui, os empresários apontaram as dificuldades na obtenção de crédito bancário e o excesso de burocracia e regulamentações estatais como sendo os principais constrangimentos do sector.

No que tange ao Comércio em Feira, o indicador de confiança evoluiu negativamente face ao trimestre homologo, pelo que a conjuntura no sector é desfavorável.

Já na Indústria Transformadora, o indicador de confiança registou o valor mais alto dos últimos nove (9) trimestres consecutivos, evoluindo favoravelmente face ao trimestre homologo, pelo que a conjuntura no sector é favorável. Segundo os empresários, as frequentes avarias mecânicas nos equipamentos e a falta de matérias primas foram os principais constrangimentos do sector no decorrer do quarto trimestre de 2017.

Por fim, no sector dos Transportes e Serviços Auxiliares aos Transportes, o indicador de confiança registou o valor mais alto dos últimos vinte e um (21) trimestres consecutivos, evoluindo positivamente face ao trimestre homólogo, logo a conjuntura neste sector é também favorável. De acordo com os empresários as dificuldades financeiras e dificuldades na obtenção de créditos bancários foram os principais constrangimentos do sector no período em análise, tal como aconteceu com a Construção.

GC

 

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