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João Santos, o escriba e tristes ladainhas, deixa finalmente cair a máscara

Se Deus quiser, vou continuar a escrever. Por Cabo Verde e pelo chamado “bem comum”. E o meu lema será o mesmo: Libertas et Justitia.

Casimiro de Pina

Com a paciência de Job, li, na semana passada, um novo “artigo” do sr. João Santos (JS). Exercício penoso, sem dúvida!

De prosa tosca e confusa, salpicada abundantemente de esperteza saloia, a criatura insiste em convocar falsidades e clichés de feira, tentando, perante a opinião pública, atingir directamente a minha pessoa e tudo aquilo que, com muito mérito e esforço, construí ao longo dos anos. Debalde.

Porque o talento é um dom divino, que não depende das circunstâncias, nem tampouco das manobras escusas e de 5.ª categoria do falacioso JS.

A verdade – a eterna Veritas dos clássicos – é pura como o azeite e assoma sempre à superfície.

Recordemos, com precisão, o que aconteceu.

No dia 8 de Novembro passado, participei num importante debate na Presidência da República, ao lado de reputados convidados internacionais.

O tema era, basicamente, A Revolução Russa e o seu significado (e impacto) no mapa político mundial.

O que faz, então, o incrível João Santos?

Resolve, apesar de não ter estado presente na referida conferência-debate, “escrever” um artigozinho às pressas, classificando desabridamente as pessoas e opinando sobre aquilo que ele, como é evidente, não viu nem ouviu directamente.

Fiz-lhe ver, com indesmentível rigor, na edição n.º 534 deste jornal, que isso não é sério e é mesmo um autêntico absurdo. De uma desonestidade intelectual sem paralelo, aliás.

Suplementarmente, e por caridade, desmontei mais umas quantas balelas do João Santos, escriba menor e, cambaleando solto no labirinto de confusões, erros primários e falta de lógica, de fraco poder argumentativo.

O meu citado artigo de opinião é honesto, leal, tranquilo, rigoroso, absolutamente bem fundamentado. Consultem-no por favor e tirem as vossas conclusões.

Isso é que irritou, sobremaneira, o dr. João Santos.

Vai daí, derrotado concludentemente no plano da argumentação racional, resolve mudar bruscamente de direcção, optando pela via costumeira dos fracos de espírito: lançar o mais soez e violento ataque pessoal.

É triste, e dá pena até, ver um “colega” a descer tão baixo. Sem nível.

Porquê tanto rancor? A frustração tudo justifica?

Normalmente, os juristas (os verdadeiros, pelo menos) são pessoas prudentes, razoáveis e equilibradas e não optam por esse caminho de perdição. Enfim! O homem é o estilo, já explicava o grande Pascal.

A desorientação do sr. JS é patente.

Dizendo-se embora “liberal”, não consegue perceber o perigo real do comunismo, e acha que eu não devo abominar a mentalidade revolucionária, responsável, contudo, por tantos males e sofrimentos neste mundo. Parece que nunca leu O Livro Negro do Comunismo, de Stéphane Courtois et al..

Defende, em nome da tolerância, a aceitação do “ideal” comunista na Polis moderna. Temos de aceitar, sugere, as propostas de tirania e genocídio como sendo “normais”. Democracia oblige.

Ora, como é que se pode discutir com uma criatura dessa estirpe, com essa forma de “pensar”? Desisto!

Não contente com isso, João Santos, o invejoso, “arrasa” então os meus livros (logo ele, que mal sabe escrever e não consegue arrumar as ideias, como já demonstrei à saciedade).

A minha obra, diz ele, não vale nada. É tudo plágio. São textos “copiados” (sic) nas revistas portuguesas.

É óbvio que não vou discutir com o João Santos o mérito dos meus livros (brevemente sairá mais um, para seu desespero; e desta vez será “copiado”, suponho, nas revistas francesas e japonesas, ou espanholas, quem sabe!).

Há duas semanas, curiosamente, eu, Casimiro de Pina, era um “espírito superior” (palavras exactas do JS). Agora sou um mero “plagiador” de textos alheios, um vulgar batoteiro!

O que posso fazer, em síntese, é trazer à colação aquilo que grandes figuras nacionais e internacionais (e não escribas de província, sem credibilidade) disseram acerca dos meus livros.

Recebi elogios de todos os lados, para suma desgraça de JS.

O Professor Doutor Paulo Ferreira da Cunha, autor de mais de 100 livros e colaborador de grandes universidades e centros de conhecimento no mundo inteiro, afirma, por exemplo, que o meu primeiro livro (Ensaios Jurídicos) é um “excelente marco” na senda do Direito futuro.

José de Pina Delgado, Doutor em Direito Público e Juiz do Tribunal Constitucional, sublinha que a minha obra, lidando com temas de grande interesse para o Direito em geral e a Filosofia Política, adquiriu, no seu conjunto, “…a significação mais elevada para o percurso juscientífico pátrio”. Realça também o meu pioneirismo em termos de investigação desinteressada e o meu contributo em prol de uma pedagogia Humanista.   

O brasileiro Olavo de Carvalho, ora residente nos EUA, um dos Filósofos e ensaístas mais renomados, completos e originais do mundo, com um curriculum também impressionante, alega o seguinte, após ressaltar a necessidade de buscarmos os fundamentos e a razão de ser última do Direito:

“…Raramente vi alguém aventurar-se em empreendimento tão nobre e tão necessário com a inteligência, o brilho e a integridade de Casimiro de Pina”.

O Dr. Arlindo Medina, magistrado experiente, realça que o meu livro é bem argumentado e “profundo”.

Heitor de Paola, destacado pensador, escritor e comentador político, ex-membro da International Psychoanalytical Association, declarou, falando dos autores africanos liberais: “Conheci vários, mas nenhum com a mesma capacidade didática, verbo fácil e profundidade de conhecimentos políticos e jurídicos de Casimiro…Asseguro que aproveitarão muito este autor, que desponta como um dos maiores intelectuais da actualidade”.

O Mestre Jorge Carlos Fonseca, actual Presidente da República de Cabo Verde, uma pessoa de notável craveira intelectual e acima da tola intriga humana, aceitou apresentar o meu 2.º livro na cidade da Praia e em São Filipe.

Fez questão de destacar a riqueza analítica da obra, o seu carácter abrangente e multidisciplinar, pouco comum entre nós, dizendo tratar-se de um livro escrito com rigor, e após anos de madura reflexão e investigação, sendo, pois, acrescentou, a “expressão sofisticada de um pensamento filosófico e político essencial”.

Vários outros autores e pensadores cabo-verdianos, aliás publicamente, deram conta também da elevada qualidade da minha obra, acima de qualquer suspeita ou maledicência. 

O Catedrático João César das Neves, um dos grandes Economistas portugueses e ex-Conselheiro do Presidente Cavaco Silva, salienta, por sua vez, que Casimiro de Pina “…é um homem que sabe pensar e que nos ajuda a pensar”.

Para mim, não é muito agradável estar aqui a desfilar estas apreciações, e tantas outras que poderia trazer, acerca dos meus livros e ensaios. Mas, hão-de compreender, é por uma boa causa, sobretudo quando a inveja miudinha quer abafar a verdade e o talento reconhecido dos outros.

Se Deus quiser, vou continuar a escrever. Por Cabo Verde e pelo chamado “bem comum”. E o meu lema será o mesmo: Libertas et Justitia.

Vou pôr todavia, a partir de hoje, um ponto final na conversa com o sr. João Santos, o qual se limita a atirar garatujas ao ar. Não merece, e tenho ademais projectos importantíssimos por concretizar.

Aliás, esse indivíduo não está interessado em argumentar. É inábil.

O seu propósito é outro, é a galhofa, o mexerico permanente, e ficou já bem demonstrado. Para ele, é o… vale-tudo!

Quanto à leviana acusação pública que me faz, na ânsia de animar os seus sequazes, de eu andar, imaginem, a criar perfis falsos na Internet, plagiar obras alheias, fazer batota nisto e naquilo, etc., etc. (para além do crime de ameaça à minha integridade física), falaremos dentro em breve, no tribunal judicial competente.

Um juiz encarregar-se-á de JS e das suas invencionices.

Ali, espero, terá a oportunidade de provar aquilo que diz, como é próprio, aliás, num país civilizado, norteado por valores fundamentais e com normas claras de boa conduta.

Hasta la vista.

NOTA DA DIRECÇÃO – Independentemente da decisão do autor acima, com este artigo, A NAÇÃO dá por encerrada esta polémica. Vários outros cidadãos aguardam a vez de verem os seus textos publicados também neste espaço que é de todos.

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