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Santiago, São Vicente, Sal e Boavista concentram 97% do volume de negócios gerado na economia cabo-verdiana

Só a ilha de Santiago representou cerca de 44,5 % do total do volume de negócios do país em 2016.

Já são conhecidos os resultados do inventário anual sobre as empresas cabo-verdianas do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) de Cabo Verde relativamente ao ano de 2016.

Segundo dados do INE Cabo Verde tinha 9. 444 empresas activas em 2016, contra as 9.357 registadas em 2015. Na prática estamos a falar de 86 empresas a mais.

O relatório mostra que existe uma nítida concentração de empresas nas ilhas de Santiago, São Vicente, Sal e Boa Vista que somam 78,4 % do efectivo total de empresas activas em 2016.

De salientar que o efectivo total de empresas activas na ilha de Santiago representou cerca de 45,0 % do total das empresas do país nesse mesmo ano, valor inferior ao registado no ano anterior em 0,2 pontos percentuais (p.p.).

Ainda Santiago, São Vicente, Sal e Boavista concentram 91,8 % do total de pessoas empregadas, em 2016, no país. Já o efectivo total de pessoas empregadas  na ilha de Santiago representou cerca de 43,1 % do total nesse mesmo ano, valor inferior em 1,8 p. comparativamente ao registado em 2015.

De notar também a maior concentração do volume de negócios nas ilhas de Santiago, São Vicente, Sal e Boavista que somam 97,0 % do volume de negócios gerado para o total da economia nacional, em 2016.

Só a ilha de Santiago representou cerca de 44,5 % do total do volume de negócios nesse mesmo ano, valor inferior ao registado no ano anterior em 2,1 p.p.

No que tange a sectores, o Comércio, domina, à semelhança dos anos anteriores, concentrando o maior número de unidades empresariais (46,3 %), seguido das actividades de Hotelaria e Restauração (15,1 %) e das Indústrias Transformadoras (10,2 %).

Relativamente ao número de pessoas empregadas nas empresas, o sector do Comércio, é também aquele em que se concentra o maior número, com 23,3 %, seguido do sector de Hotelaria e Restauração, com 21,2 % e das Indústrias transformadora com 12,7 %.

GC

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