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Portugal reforça missão de treino da UE na República Centro Africana

Actualmente, estão empenhados 14 militares portugueses na missão da União Europeia, iniciada em 2014.

 Portugal vai reforçar a missão de treino da União Europeia na República Centro Africana (RCA) em 2018,  aumentando o número de efectivos até 50 militares, prevê o mapa das Forças Nacionais Destacadas (FND) para o próximo ano.

A partir de Janeiro, Portugal vai assumer, pela primeira vez, o comando daquela missão, pelo brigadeiro-general Hermínio Teodoro Maio, prevendo-se que seja aumentado o efectivo no Quartel-General, em Bangui (a Capital), e no corpo de instrutores, até 50 militares, disseram à Lusa fontes da Defesa e militares.

O brigadeiro-general Maio irá comandar uma força constituída por 170 militares de 12 países que integram a missão da União Europeia, que visa o aconselhamento estratégico ao ministério da Defesa e ao Estado-Maior General das Forças Armadas Centro-Africanas, formação de quadros e criação de programas de treino para as unidades militares locais.

A força portuguesa, que incluirá um Comando, um Estado-Maior e o corpo de formadores, são na maioria do Exército, mas também há elementos da Força Aérea e da Marinha, devendo receber o estandarte nacional na próxima sexta-feira, 22, e partir na primeira semana de Janeiro.

Actualmente, estão empenhados 14 militares portugueses na missão da União Europeia, iniciada em 2014, com o objectivo de garantir condições de segurança para a população naquele país, considerado o pior em termos de desenvolvimento humano pela ONU.

Na missão liderada pelas Nações Unidas, MINUSCA, mantém-se a participação semelhante à de 2017, com a presença de uma força de reação rápida até 160 militares, segundo fontes militares.

No âmbito da missão da NATO “Resolute Support Mission”, no Afeganistão, estão previstos dez militares em funções no Quartel-General e uma Força de Reação Rápida, escalão companhia, até 160 militares, que prestarão serviço na zona do aeroporto de Cabul.

Para além destes elementos, está previsto o reforço da missão, com o envio de uma “equipa de treino e assistência com um efectivo até 23 militares para apoio ao desenvolvimento das capacidades de artilharia do Exército afegão”.

A “Resolute Support Mission” sucedeu à Força Internacional de Apoio à Segurança (ISAF), na qual Portugal participou com cerca de três mil e 200 militares em 12 anos.

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