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Presidência da Comissão da CEDEAO: Cabo Verde fica pelo caminho

O nome da personalidade que vai presidir a Comissão da CEDEAO, em representação da Costa do Marfim, será indicado nas próximas horas.

Costa do Marfim venceu a corrida à presidência rotativa da CEDEAO deixando para a trás a candidatura de Cabo Verde, que foi inviabilizada por causa das avultadas dívidas, entre quotas em atraso e a transferência da taxa comunitária, junto dessa organização sub-regional.

O nome da personalidade que vai presidir a Comissão da CEDEAO, em representação da Costa do Marfim, será indicado nas próximas horas.

Se fosse respeitada o principio de rotatividade por ordem alfabética, agora seria a vez de Cabo Verde assumir, pela primeira vez, a presidência rotativa da CEDEAO.

Tirando proveito da situação de incumprimento de Cabo Verde, com uma dívida que ultrapassa os dois milhões de contos, a Costa do Marfim pagou, no decurso desta semana, a totalidade da sua dívida, para depois impor que “nenhum país membro pode assumir à presidência da CEDEAO sem saldara as suas dívidas”.

De acordo com a fonte da diplomacia cabo-verdiana, o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, argumentou durante seis intervenções junto dos seus pares, lembrando que quase todos os Estados têm dívida na CEDEAO e que, portanto, o caso de Cabo Verde não é o único.

A NAÇÃO sabe, de fonte oficial, que José Luís Livramento era o escolhido do Governo como candidato ao cargo de presidente da Comissão da CEDEAO

A cimeira também analisou o relatório anual da comunidade oeste-africana, o relatório da 79ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros da CEDEAO e o relatório da 39ª Sessão Ordinária do Conselho de Mediação e Segurança.

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