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UA elogia Cabo Verde pelos indicadores a nível da mortalidade infantil

A Comissária da União Africana para Assuntos Sociais elogiou hoje Cabo Verde pelos seus indicadores a nível da saúde, particularmente no que respeita à mortalidade infantil.

Amira El Fadil fez essa consideração à imprensa, à margem do encontro que manteve com a primeira-dama, Lígia Fonseca, com quem abordou questões ligadas a campanha “CARMMA: Reforço da Redução da Mortalidade Materno-Infantil em África” a ser lançado oficialmente, em Cabo Verde esta terça-feira.

“É uma campanha que tem como objectivo acelerar a redução da mortalidade infantil em África que foi lançada em 2009 e que já está a decorrer em vários países do continente. Acabei de conhecer a primeira-dama, a eleita madrinha desta campanha, com quem troquei alguns pormenores sobre a questão”, disse.

A eleição de Lígia Fonseca para madrinha da campanha, indicou Amira El Fadil, relaciona-se com o facto de esta ter um “grande compromisso” com as questões das mulheres e da saúde no país.

Antes de visitar Lígia Fonseca, a Comissária da União Africana para Assuntos Sociais manteve um encontro com o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, com quem falou sobre a importância e o papel de um parlamento na vida de um país.

Na manhã de hoje, Amira El Fadil teve uma primeira reunião com o ministro da Saúde para falar da mortalidade infantil e a importância de Cabo Verde colaborar com a União Africana nesta matéria.

“Cabo Verde evoluiu muito no sector de saúde e os seus indicadores fazem dele um exemplo para os estados membros da UA. Os países africanos na sua maioria, tem sofrido com os conflitos e a instabilidade política o que dificulta progressos, particularmente no sector da saúde”, disse.

A campanha “CARMMA: Reforço da Redução da Mortalidade Materno-Infantil em África” foi lançada em 2009 sob o tema “África está preocupada: nenhuma mulher deve morrer de nascimento”.

Cabo Verde, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), tem a menor mortalidade materna entre 47 países africanos, tendo registado, em 2015, 42 mortes por 100 mil nascimentos.

A nível da África a taxa da mortalidade infantil situa-se a volta de 500 mortes por cada mil nascimentos.

Inforpress

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