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Green Studio vai construir “maior” complexo audiovisual de África

O projecto do complexo televisivo cinematográfico e parque tecnológico está orçado em 200 milhões de dólares.

A concessão de direito de superfície da Câmara da Praia, à Green Studio, de um terreno em Palha Sé, na Praia, é, na óptica de Saulo Montrond, proprietário da empresa, um “incentivo” para a construção de um complexo audiovisual televisivo, “dos maiores de África”.

O lote está avaliado em 43 mil contos, mas a empresa irá pagar 180 contos anuais durante o período de concessão, que é de 75 anos.

“Levo cerca de cinco anos a trabalhar nesse projecto que engloba a construção de um estúdio de televisão, uma universidade de audiovisual e cinema, assim como um anfiteatro”, disse ao A NAÇÃO.

Sobre o volume do terreno, Montrond diz que o projecto em si vai ocupar apenas 50 por cento dos cerca de 29 mil metros quadrados, porquanto a outra parte será dedicada a áreas verdes, por ser “um lugar onde vão viver milhares de pessoas”.

Aquele operador diz ainda que esse projecto terá um “impacto brutal” no mercado, porque criará cerca de dois mil postos de trabalho directos, “bem remunerados e de qualidade”. Um outro objectivo, diz também, “é tornar Cabo Verde o coração de produção e venda conteúdos, agregação de valor e distribuição”.

Na universidade, que se pretende criar no âmbito do complexo televisivo cinematográfico, a Green Studio conta ter estudantes africanos, através de uma parceria com a Emerson College, nos Estados Unidos da América.

“Essa universidade terá um dormitório e com isso será possível atrair jovens de todos os países de África para virem estudar em Cabo Verde, nos domínios do cinema, da televisão e do audiovisual, fazendo a sua vida quotidiana dentro desse parque tecnológico.

Ainda de acordo com Saulo Montrond, o projecto do complexo televisivo cinematográfico e parque tecnológico está orçado em 200 milhões de dólares e “estamos a mobilizar este financiamento junto de parceiros internacionais”, garantindo que o projecto será executado dentro do prazo estabelecido no contrato de concessão estabelecido pela CMP.

DA

*Esta notícia pode ser lida na integra na edição impressa nº532 do jornal A NAÇÃO

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