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Três meses depois: Nada se sabe sobre assalto ao Museu da Arqueologia

Entretanto, segundo o Instituto do Património Cultural (IPC), o caso “continua” a ser investigado pela Polícia Judiciária.

Volvidos três meses, pouco ou nada se sabe acerca do assalto ao Museu de Arqueologia, na cidade da Praia, ocorrido em Agosto. Entretanto, segundo o Instituto do Património Cultural (IPC), o caso “continua” a ser investigado pela Polícia Judiciária.

Nem fumo nem mandado. Contactado pelo A NAÇÃO, o presidente IPC, Hamilton Jair Fernandes, disse não dispor de informações adicionais, além das que já foram veiculadas, sobre o assalto ao Museu de Arqueologia, em 2 de Agosto passado. Nem sequer sabe, ao certo, o número e o valor monetário das peças roubadas e, muito menos, quem poderão ser os autores do assalto. Resumindo, para o IPC, “o caso está sob investigação”.

Já a Polícia Judiciária, que investiga o caso, não respondeu ao pedido de informação por nós remetido. Enquanto isso, entre o público interessado há o temor que o roubo no Museu Arqueológico vá para lista de crimes que ficaram por se desvendar.

Nesse grupo estão quadros e técnicos que, de uma certa forma, contribuíram para a descoberta de várias peças roubadas. Pergunta-se como é que um local com peças valiosas, algumas retiradas do fundo do oceano, poderiam estar sem a devida segurança.

 

Relembrando

Recorde-se que o meliante ou meliantes arrombaram os cadeados do Museu Arqueológico, no passado dia 2 de Agosto, e levaram as moedas de ouro expostas. Para trás ficaram peças em marfim e prata. Até agora, volvidos três meses, não se sabe, publicamente, nem a quantidade nem a equivalência em dinheiro dos objectos roubados.

Na altura, o recém nomeado presidente do IPC, Hamilton Jair Fernandes, limitara-se a confirmar o roubo, dizendo que o caso estava nas mãos da Polícia Judiciária.

Quanto às peças roubadas, foi avançado na imprensa que foram, na sua maioria, objectos em ouro (moedas), que estavam patentes na Sala de Exposição do mesmo espaço. Na pequena sala de exposição também há vitrinas especiais, dedicadas ainda à prata e ao marfim.

Curiosamente, o roubo aconteceu horas após a visita do ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, acompanhado do ministro das Finanças, Olavo Correia, ao Museu da Arqueologia, no âmbito de uma série de visitas dos dois governantes às estruturas do MCIC em Santiago.

O receio é que as peças de ouro possam ter sido compradas e

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