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Portugal quer “contratos claros e transparentes” nas privatizações de Cabo Verde

O ministro da Economia de Portugal defendeu hoje mais transparência nos contratos das privatizações em Cabo Verde, durante o 1º Cabo Verde Investment Forum a decorrer em Cascais.

O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, defendeu hoje a necessidade de “contratos claros e transparentes” na área das privatizações de Cabo Verde, salientando que o objetivo de Portugal é o crescimento equilibrado e justo.

“Os contratos têm de ser claros e transparentes, e garantir aos privados o retorno dos capitais e uma rentabilidade maior nos casos em que contribuam mais para o desenvolvimento, com melhor gestão nas empresas”, disse o ministro durante a intervenção de abertura no Fórum de Desenvolvimento, que decorre esta manhã em Cascais.

Na presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, Caldeira Cabral defendeu que os investimentos que mais favoreçam o crescimento económico do país devem ter um retorno maior, e admitiu a existência de lucros menores para os projetos que não alinhem com os objetivos económicos do Governo.

“Poderá haver menor rentabilidade nos casos em que a gestão não contribua tanto para o desenvolvimento do país, e deveria ser criado um quadro de incentivos que alinhe os interesses dos privados, razoáveis, naturais e justos de lucro, com os objetivos de qualquer Governo”, defendeu Caldeira Cabral.

O ministro da Economia sublinhou o “alinhamento entre o Governo de Portugal e o Governo de Cabo Verde” e vincou que “o desenvolvimento de Cabo Verde é um objetivo do Governo português”, justificando: “todo o crescimento equilibrado e justo nos países de língua portuguesa é um fator que nos reforça a posição no mundo, a nossa competitividade e os laços de amizade”.

O 1.º Cabo Verde Investment Forum decorre hoje em Cascais com o objetivo de “contribuir para a reflexão de modelos e políticas, fomentar oportunidades de investimento e estimular a discussão de opções”, segundo a organização.

Fonte: Diários de Notícias

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