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França: Serviços secretos têm “lista negra” de 18 mil suspeitos de radicalismo

As recorrentes derrotas militares no terreno, "não enfraquece o nível de ameaça" nem diminui a capacidade dos extremistas. 

O director dos Serviços Secretos Internos de França admitiu que o número de franceses suspeitos de radicalismo islâmico no país aumentou significativamente no último ano, atingindo quase 18 mil  pessoas.

Laurent Nunez, director da agência DGSI, avisou, por outro lado, que a retirada do grupo Estado Islâmico (EI) do Médio Oriente, com as recorrentes derrotas militares no terreno, “não enfraquece o nível de ameaça” nem diminui a capacidade dos extremistas para realizarem ataques violentos em França e no Ocidente.

“O desejo do grupo EI e da Al Qaida de realizarem ataques continua de pé”, embora o risco existente em França surja por parte dos extremistas internos, mais do que dos que vêm das zonas de guerra”, sublinhou Nunez, numa entrevista à estação de rádio RTL

Segundo Nunez, dos cerca de 18 mil suspeitos em França, quase quatro mil estão sob vigilância mais activa.

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