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União Europeia aprova sanções à Venezuela

A UE reitera, também, o seu "total apoio aos esforços regionais e internacionais em curso para encontrar uma solução duradoura para a crise".

 

A União Europeia (UE) decidiu, por unanimidade, aplicar sanções à Venezuela, incluindo um embargo de armas e outro material “que possa ser usado para a repressão interna”, e adoptou o quadro legal para impor medidas contra os responsáveis.

“Complementarmente aos seus esforços políticos e diplomáticos com vista a uma solução pacífica negociada para a crise política, o Conselho decidiu, por unanimidade, adoptar medidas restritivas, sublinhando a sua preocupação com a situação no país”, lê-se nas conclusões sobre a situação na Venezuela, adoptadas pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, reunidos em Bruxelas.

Sublinhando que as medidas foram concebidas de modo a não lesar a população venezuelana, cuja situação a UE diz querer aliviar, os chefes de diplomacia da UE esclarecem que as medidas agora formalmente acordadas “consistem num embargo de armas e material relacionado que possa ser usado para a repressão interna, bem como o quadro legal para proibição de viagens e congelamento de bens”.

Considerando que as recentes eleições regionais de 15 de Outubro, cujos resultados não foram reconhecidos por uma larga parte da oposição ao regime do Presidente Nicolás Maduro, “acentuaram a polarização política no país” e que a formação de uma assembleia constituinte “toda-poderosa” fez erodir ainda mais as instituições democráticas e independentes, a UE reitera que “não pode reconhecer a assembleia constituinte ou as suas ações, devido a sérias preocupações relativamente à sua legitimidade e representatividade”.

A UE reitera, ainda, o seu “total apoio aos esforços regionais e internacionais em curso para encontrar uma solução duradoura para a crise”.

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