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Empresário acusa Câmara da Praia de abuso de poder

A NAÇÃO tentou ouvir uma reacção da CMP a propósito deste caso, mas ela não se pronunciou, pelo menos até o fecho desta edição.

O empresário Meno Brazão acusa a Câmara Municipal da Praia de abuso de poder. Isto porque a autarquia mandou deitar abaixo, de “forma ilegal e arbitrária”, um estaleiro que o mesmo tinha na Achada Grande Frente, perto do Aeroporto antigo, espaço esse onde já arrancaram as obras para a edificação do Parque Tecnológico de Cabo Verde.

Meno Brazão, revoltado, começa por dizer ao A NAÇÃO que foi contactado, via Viber, pelo vereador Rafael Fernandes, dizendo-lhe este que a autarquia precisava do terreno onde funcionava o seu estaleiro, porque ali iria ser construído o Parque Tecnológico de Cabo Verde.

Meno Brazão, que se encontrava fora do país,  diz ter recusado, naquelas circunstâncias, um acordo que lhe estava a ser proposto, uma vez que a CMP tinha tido tempo suficiente para tratar do assunto de uma outra forma.

O empresário conta que jamais chegou a imaginar que a CMP iria proceder ao arrombamento do seu estaleiro, dado que a propriedade privada, em Cabo Verde, é algo sagrado. Além da licença de construção passada pela própria Câmara, ele, Brazão, é detentor de um registo de propriedade (Nº24.654). Portanto, sublinha, “o terreno está no meu nome. É meu!”

 Câmara muda

A NAÇÃO tentou ouvir uma reacção da CMP a propósito deste caso, mas ela não se pronunciou, pelo menos até o fecho desta edição. O certo é que as obras para a construção do Parque Tecnológico prosseguem a todo o vapor.

 Leia o artigo completo na edição 531 do Jornal A Nação

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