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Timor-Leste: Mari Alkatiri confirma indigitação para liderar próximo governo

Esta quarta-feira, 13, essa decisão será comunicada ao chefe de Estado, Francisco Guterres Lu-Olo.

 

Mari Alkatiri, secretário-geral da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), partido timorense mais votado, confirma que aceitou a sua indigitação como primeiro-ministro pela coligação, que vai formar o VII Governo constitucional de Timor-Leste.

“Depois de várias consultas, eu decidi aceitar ser o candidato a primeiro-ministro”, disse Mari Alkatiri – citado pela Lusa -, na sede da Fretilin, em Díli (a Capital).

“A escolha da minha pessoa já estava mais que assente (por parte dos três partidos da coligação). O que demorou mais foi a minha decisão de aceitar ou não”, disse, explicando que, esta quarta-feira, 13, essa decisão será comunicada ao chefe de Estado, Francisco Guterres Lu-Olo.

Questionado pela Lusa sobre o facto de ter dito, nos últimos meses, que preferia não ser primeiro-ministro, Alkatiri disse que foi muito pressionado.

Alkatiri falava durante uma curta interrupção num encontro que a liderança da Fretilin manteve com os líderes dos partidos da coligação, Partido Democrático (PD) e o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO), respectivamente quarto e quinto mais votados nas legislativas de 22 de Julho.

Depois de várias semanas de negociações, os três partidos reuniram-se para fechar as negociações de formação do Governo, que Alkatiri garantiu à Lusa terá membros dos três partidos, mas, também, “outras personalidades” do país.

Alkatiri confirmou, igualmente, os contornos da quebra nas negociações entre o Partido Libertação Popular (PLP) – terceiro mais votado -, que chegou a ser anunciado como membro da coligação (com o KHUNTO e em vez do PD), abandonando depois esse cenário.

O secretário-geral da Fretilin confirmou que o PLP apresentou como exigência que um dos seus líderes – no caso o líder da bancada, Fidelis Magalhães – fosse escolhido como presidente do Parlamento Nacional.

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