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KJF 2017: Maria Gadu aguardada hoje com expectativa

O palco abre às 20h30 com Grace Évora. Seguem-se Sylvain Luc Trio e Leyla MacCalla, para depois Maria Gadu encerrar o primeiro dia do festival.

Após o encerramento do Atlantic Music Expo (AME), ontem, a capital volta a ser palco da boa música que se faz um pouco pelo mundo, nesta 9ª edição do KJF.

Depois do espectáculo da “Zona Kriol”, que este ano levou as sonoridades do KJF ao Fundo Cobom, de forma gratuita, a Pracinha da Escola Grande, no Platô, recebe a continuação do festival, que este ano homenageia o músico Humbertona.

E porque “tudo”, ou “quase tudo”, é jazz hoje em dia, esta sexta-feira, 14, cabe ao cabo-verdiano Grace Évora fazer as honras da casa, numa altura em que comemora os seus 30 anos de carreira. Espera-se, em todo o caso, um show mais jazzístico, mas sem sair da sua identidade característica. “Vou apresentar Grace Évora, numa mistura de coladeira e zouk”, adiantou ao A NAÇÃO.

Grace Évora abre, assim, o palco às 20h30 para Silvain Luc Trio. Um baixista, um guitarrista e um baterista de renome, que prometem uma noite agitada numa mescla entre os sons do Mediterrânio e do Atlântico, em tons de jazz com um cheirinho a puro rock.

Depois, a noite prossegue no feminino. Leyla MacCalla, de origem haitiana a residir nos Estados Unidos da América, antecede o aguardado show da brasileira Maria Gadu.

A jovem instrumentista Leyla MacCalla, que toca violoncelo, banjo e guitarra, irá trazer-nos fusões que norteiam entre o jazz e o folk, sem esquecer a identidade da música haitiana. Tudo numa versão contemporânea.

Por fim, a noite de deverá ser memorável com o público a entoar de cor e salteado as composições de Maria Gadu, uma voz incontornável da nova geração da Música Popular Brasileira (MPB), que dispensa apresentações, num espectáculo patrocinado pela Embaixada do Brasil.

Aliás, logo que o seu nome foi avançado para o cartaz, as redes sociais de Cabo Verde logo se encheram de comentários e elogios pela vinda desta artista natural de São Paulo. Acompanhada da sua guitarra, “Leãozinho”, “Shimbalaiê” , “Encontro”, “Bela Flor” e “Quando fui chuva”, deverão ser alguns dos temas que irão certamente encantar a plateia.

Maria Gadu, que já se encontra desde ontem no país, irá partilhar o palco com Mayra Andrade. A amizade entre as duas já dura há vários anos e é conhecida a cumplicidade entre elas.

Ao que A NAÇÃO sabe, Maria Gadu deverá também gravar em Cabo Verde um spot para a causa da LGBT, como já foi feito por Mayra Andrade.

GC

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