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Brava: Cruz Vermelha atende 35 utentes no Centro de Dia

O Centro de Dia do Conselho Local da Cruz Vermelha atende 35 utentes, oriundos dos mais diversos pontos da “Ilha das Flores”.

Funcionando em período único, das 08H30 às 15H30, o Centro, sediado em Achada Igreja (na Cidade de Nova Sintra), recebe, diariamente, 19 utentes, a par de mais 16 acamados e cadeirantes, que são atendidos nas suas residências.

Oriundos da Cidade de Nova Sintra (a Capital do Concelho), Braga, Ponta Baixo, João da Noli, Mato Grande e Lém, os utentes do Centro de Dia cumprem um programa diário, que começa às 08H30, com a recepção, fomento à auto-estima e à superação, seguindo-se o descanso, higiene pessoal, pequeno-almoço, exercício-físico e lanche.

“Contemplamos, também, três retornados dos EUA (Estados Unidos da América), sendo  dois masculinos, e uma,  feminina”, revela Edith Silva,  presidente do Conselho Local da  Cruz Vermelha, para realçar que os “utentes são transportados na nossa carinha ‘Hiace’, pelo nosso motorista”.

Além das actividades normais do quotidiano, o Centro celebra as datas festivas (nacionais e globais) e os aniversários dos beneficiários (internos, acamados e cadeirantes) e datas festivas.

“Por exemplo, neste mês de Março há três aniversariantes.  Faremos uma celebração única, marcada para o dia 20, data que coincide com os festejos do último aniversariante do mês”, anuncia Silva, para notar que figuram, ainda, nos seus planos de actividades,  intercâmbios com os idosos d das diversas localidades do Município, assim como visitas e excursões a locais de interesse e/ou a obras, “de modo a ficarem por dentro dos acontecimentos, transformações e realizações”, que vêm sendo operadas na Ilha.

A principal preocupação da presidente Edith Silva é a remodelação e adequação do Centro de Dia, de forma a responder às necessidades e facilitar a mobilidade do beneficiarios, já que, a  maioria tem problemas de locomoção.

“O nosso Centro é um prédio de mais de cem anos, onde, em tempos era a Cadeia Municipal”, realça Silva, para notar que, “nos dias de maior ajuntamento e convívio, onde reunimos todos os nossos internos, acamados e convidados, deparamos com grandes dificuldades de mobilidade, já que existem vários degraus e escadas, de ambos os lados”.

Para ultrapassar “as barreiras e constrangimentos da mobilidade”, o Centro socorre-se, várias vezes, do Centro Paroquial São João Baptista (na Cidade de Nova Sintra), pertença da Igreja Católica, que é, aliás, “um dos nossos grandes parceiros”.

“Na lista dos nossos principais parceiros e colaboradores estão a  Igreja Católica, o Tribunal da Comarca da Brava, a Câmara Municipal, os emigrantes (com destaque para os dos EUA), comerciantes e diversas pessoas singulares”, aponta Edith Silva, para “partilhar a nossa grande e feliz satisfação” de ter recebido, na manhã desta quinta-feira, 9, a notícia de que a emigrante nos EUA, D. Alice, vai-lhes entregar, “brevemente, um grande bule, destinado à confecção de café, e que  nos dará um grande jeito”.

“No ano passado, contemplamos dois dos nossos cadeirantes, com uma cadeira motorizada, oferecida por emigrantes nos EUA”, remarca a presidente do Conselho Local da Cruz Vermelha da Brava, Edith Silva, para concluir que, também figuram na lista das suas preocupações, a reciclagem e a actualização dos atendedores do Centro de Dia.

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