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Júlio Morais tem seis meses para montar e operacionalizar nova Agência de Turismo e Investimentos

A nova Agência de Turismo e Investimentos de Cabo Verde deverá estar montada e operacional para trabalhar a todo o vapor dentro de seis meses.

A nova Agência de Turismo e Investimentos de Cabo Verde deverá estar montada e operacional para trabalhar a todo o vapor dentro de seis meses.

Este é o tempo que a Comissão Instaladora da nova agência, liderada pelo diplomata Júlio Morais levará para organizar a casa. “Estou em processo de comissão instaladora e tenho que apresentar resultados daqui a seis meses. É preciso conhecer a casa, as lacunas e compatibilizar a antiga Cabo Verde Investimentos, com a nova agência e contratar uma consultaria para ajudar a fazer as colagens e adaptações que é necessário fazer”, disse Júlio Morais ao A NAÇÃO durante a tomada de posse que aconteceu esta quarta-feira de manhã, na cidade da Praia.

Morais admite que o Turismo é uma área “nova” e um “desafio interessante”, mas diz-se à vontade para “nadar nestas águas”, tendo em conta o seu vasto currículo ligado à cooperação económica.

Agora, perante “uma nova agenda, novas responsabilidades”, que estão atribuídas à nova agência, o presidente da Comissão Instaladora diz que é tempo de “readaptar” e “afinar objectivos e táticas para atingir esses objectivos”, mas também é preciso “dar continuidade à dinâmica que está em curso no sector do turismo, por que existem dossiers em curso”.

A sua missão passa ainda por criar condições para “capacitar e minuciar esta casa (nova agência) para o próximo Conselho de Administracção”.

Recorde-se que esta agência resulta da fusão da CI e Direcção Geral do Turismo, levada a cabo pelo MTIDE, tendo em vista a descentralização das políticas e operacionalização mais célere dos investimentos turísticos e projectos ligados às diferentes ilhas do país.

Para Leonesa Fortes, a descentralização do destino Cabo Verde, para além do produto sol e mar, é um dos maiores desafios do turismo nacional, e por isso foram criados os Centros Regionais de Turismo do Norte, Centro e Sul.

Paralelamente estão a ser criados Conselhos Consultivos e uma Autoridade Turística Central, que será liderada por Gil Évora e terá a seu cargo a missão de trabalhar em articulação com outras instituições públicas e privadas, como IGAE e CTCV, para “fiscalizar” e trazer “mais qualidade” ao destino Cabo Verde. GC

 

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