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Autárquicas na Boa Vista: Djó Pinto avança com nova candidatura

José Pinto Almeida está em vias de se pronunciar sobre uma nova candidatura sua à Câmara Municipal da Boa Vista (CMBV). O “mistério”, se é que haja mistério, vai ser “desvendado” dentro em breve, o mais tardar, em Junho.

José Pinto Almeida está em vias de se pronunciar sobre uma nova candidatura sua à Câmara Municipal da Boa Vista (CMBV). O “mistério”, se é que haja mistério, vai ser “desvendado” dentro em breve, o mais tardar, em Junho.

Contestado, dentro e fora do MpD, partido que o suporta desde 2000, Djó Pinto goza ainda de uma grande popularidade na Boa Vista, mesmo perante o desgaste natural de cerca de 16 anos de mandato. É este aspecto que o autarca quererá, certamente, capitalizar para avançar para o próximo pleito eleitoral, em 2016.

De resto, fontes deste jornal têm como certo e seguro um novo posicionamento de Djó Pinto na grelha autárquica, indo inclusive contra as orientações da própria de direcção nacional do MpD de não se tocar neste assunto antes das eleições legislativas.

Acostumado a arrastar o MpD para as suas decisões, Pinto Almeida admitiu ao A NAÇÃO: “Há um movimento de militantes do MpD, PAICV e independentes a pressionarem-me para mais um mandato. Estou em reflexão e meditação e até meados de Junho tomarei uma decisão”.

PULGA ATRÁS DA ORELHA

Quem deve estar com a pulga atrás da orelha é José Luís Santos que, há muito, cobiça o lugar de presidente da CMBV. O deputado nacional ventoinha tinha confidenciado a este jornal, meses atrás, que, em qualquer situação, será candidato às próximas autárquicas na sua ilha natal.

Santos chegou mesmo a dizer que só não avançou na anterior eleição, em 2012, porque queria salvaguardar os superiores interesses do MpD. Desta feita, com a possibilidade de Djó Pinto e José Luís Santos avançarem, restará saber com quem o partido se irá posicionar.

REGRAS CLARAS

Entretanto, é de recordar que, além de ditar a lei da rolha em torno das eleições autárquicas, o MpD revelou, no início de Março passado, logo após a sua última Direcção Nacional, que os candidatos a essas eleições em 2016 devem, em primeiro lugar, “obedecer aos requisitos de perfil e compromisso previamente definidos, bem como aos objectivos adoptados em termos de juventude, género e representatividade local”.

A eleição do candidato a presidente de Câmara terá, também, como suporte uma sondagem para apurar, caso a caso, a notoriedade e a intenção do voto de cada um dos candidatos, “num máximo de cinco por cada círculo eleitoral”, conforme explicou o porta-voz daquela DN, José Luís Livramento.

De acordo com esse porta-voz, o MpD não teme “ferir” egos com o novo modelo de escolha de candidatos às eleições nacionais e autárquicas, porquanto as regras são claras e foram aprovadas pelos órgãos nacionais e que, sendo assim, todos os militantes as deverão respeitar.

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